Pois bem, há uma série de idéias cujo conceito, definição, características e aplicação não estão muito claros em nossa mente. São situações, fatos, elementos, sentimentos que estão sempre em nossas conversas, mas cujo sentido não somos capazes de explicar com exatidão. Amor é uma delas. Ainda que estejamos sempre falando, escrevendo, cantando e conversando sobre o amor somos incapazes, na maior parte das vezes, de conceituar, definir, explicar e, principalmente, aplicar o amor.
Uma característica comum do amor é que ele NÃO DEPENDE DE NOSSA VONTADE. De uma forma inexplicável, vivemos como se o amor não pudesse ser opção; como se não pudéssemos escolher amar; como se o amor não pudesse ser escolhido; como se fôssemos “vítimas” ou “reféns” do amor; como se fosse o amor que tivesse vontade própria e pudesse determinar nossas ações e nosso comportamento. Como se, de repente, o amor pudesse nos dizer (e mandar): “não ame mais essa pessoa. Ela te faz mal”. Ou, “vá parando de amar essa pessoa gradativamente porque ela te explora, te maltrata lhe vai fazer mal ou até mesmo por medo”. Talvez “não estou sentindo a correspondência, o retorno necessário dessa pessoa... vou diminuir de tamanho para ela de forma gradativa, até desaparecer, e, quem sabe, me transformar em ódio”. Em outras palavras, como se fôssemos CONTROLADOS pelo amor. Se é que tal sentimento que nos faz pensar e agir dessa forma possa ser chamado de “amor”.
É comum conversarmos com as pessoas que se divorciaram depois de cindo, dez ou quinze anos de casamento, e elas nos relatarem algo mais ou menos como se o amor os tivesse abandonado, e que nada puderam fazer. Os matizes, as nuances, as circunstâncias apresentadas são distintas, mas o “resumo da ópera” é esse.
Acredito que até mesmo você poderá ter passado por algo semelhante. Por uma situação de pensar amar, e depois ver esse sentimento ir desvanecendo, esvaindo, exalando, secando, morrendo. Até que chegou ao ponto da indiferença. Como se nunca existido. E a única prova de que um dia existiu realmente são as lembranças dos bons momentos que passaram juntos, dos sonhos que tiveram (ou viveram), e, talvez, os presentes que trocaram entre si.
Isto te parece familiar?
Em algumas mensagens elaboradas anteriormente explico que, num primeiro momento, não controlamos o surgimento das emoções. Mas posteriormente, é possível, e necessário, que passem a ser controladas. Repita-se, por necessário: não controlamos o nascimento, o surgimento, a gênese dos sentimentos, mas controlamos seu crescimento e desenvolvimento (negue-se a si mesmo).
“Gostar” é um termo egoísta, e significa “me agrada”. As pessoas de quem gostamos são pessoas que nos são agradáveis. E as pessoas que de quem não gostamos são pessoas que nos são desagradáveis, com quem, não se sabe exatamente porquê, nos antipatizamos. Assim, é possível que gostemos de quem ninguém gosta, e não gostar de quem todo mundo gosta. É possível também que passemos a antipatizar de quem, num primeiro momento nos simpatizamos, e deixar de gostar de quem, inicialmente, gostamos. Por que essas coisas acontecem? Isso já te aconteceu? Já percebeu, notou, viu, registrou essas coisas acontecendo?
Nossas emoções não têm explicação. Talvez justificativa. Mas não explicação. Se nossas emoções pudessem ser explicadas, essa explicação teria que ser geral, deveria acontecer com todos, ou, pelo menos, com a maioria das pessoas, mas não são desta maneira que as coisas acontecem cotidianamente.
O que mais ouvimos hoje são jargões preparados, quase sempre ditos a exmo, da boca pra fora sem conhecimento do que se pronuncia e sente, mas o mais conhecido de todos é o “D´us é Amor”. Será que alguém pode realmente compreender amor "incondicional"? Parece que o amor que os pais sentem por seus filhos é o mais perto de amor incondicional que podemos alcançar sem a ajuda do Criador nas nossas vidas. Continuamos a amar nossos filhos através dos tempos bons e ruins, e não paramos de amá-los mesmo quando não atingem nossas expectativas. Fazemos a escolha de amar nossos filhos mesmo quando os consideramos difíceis de serem amados; nosso amor não acaba mesmo quando não "sentimos" amor por eles. Isso é parecido claro!! superficialmente com o amor do Eterno para conosco, o seu amor ultrapassa a definição humana de amor ao ponto que é difícil de realmente compreendê-lo.
Amamos outras pessoas, ou dizemos que amamos outras pessoas, quando somos atraídas a elas e quando elas nos fazem se sentir bem. Note que uma frase chave na definição de amor encontrada no dicionário é a frase "baseada em". Esta frase implica que amamos condicionalmente; em outras palavras, amamos alguém porque eles cumprem a condição que exigimos para que possamos amá-los. Quantas vezes você já escutou ou disse: "eu amo você porque você é simpático"; ou "eu amo você porque você cuida de mim";ou "eu amo você porque sempre me divirto quando estou ao seu lado"? nenhuma Né!!
Ele é amor: Como o Criador define amor?
As escrituras nos relata que "D´us é amor" (1 João 4:8). Mas como podemos começar a entender essa verdade? Há várias passagens que nos dão a definição dEle para o amor. O verso mais conhecido é João 3:16: Então uma forma que o Eterno define amor é com o ato de dádiva. No entanto, o que ele deu (quer dizer, "quem" Ele deu) não foi um simples presente embrulhado; Ele sacrificou tudo para que nós, os que colocamos nossa fé nEle, não fiquemos separados dEle. Esse é um amor incrível porque somos nós que escolhemos permanecer separados dEle através de nossos próprios pecados, mas é Ele quem conserta essa separação através de Seu grande sacrifício pessoal, e tudo que precisamos fazer é aceitar esse presente.
Um outro verso excelente sobre seu Amor é encontrado em Romanos 5:8: Assim como em João 3:16, não é mencionado nesse versículo nenhuma condição imposta por Ele para o Seu amor. O Eterno não diz: "assim que você colocar sua vida em ordem, vou amá-lo ". Ele também não diz: "Sacrificarei meu Filho se você prometer me amar". Na verdade, encontramos justamente o contrário em Romanos 5:8. O Eterno quer que saibamos que Seu amor é incondicional, por isso mandou Seu Filho, para pagar o preço quando ainda éramos pecadores que não mereciam ser amados. Não tínhamos que arrumar nossas vidas, nem tínhamos que fazer promessas a Ele para que pudéssemos experimentar do Seu amor. Seu amor por nós tem sempre existido e, por causa disso, Ele já deu e sacrificou tudo que era necessário muito tempo antes de percebermos que precisávamos de Seu amor.
Ele é amor, e seu amor é bem diferente do amor humano. Seu amor é incondicional e não é baseado em sentimentos e emoções. Ele não nos ama por sermos amáveis ou por fazermos Ele se sentir bem; Ele nos ama porque Ele é amor. Ele nos criou para ter um relacionamento de amor com Ele, e este relacionamento não se baseia em presença em cultos, dizimar, orar, sacrificar, ofertar, obedecer lideres religiosos, mas em Amar o próximo, por isso Ele sacrificou Seu único Filho (que morreu por nós de bom grado) para restaurar esse relacionamento.
Ele é amor: Como devemos definir amor?
Quando as Sagradas Escrituras dizem: "D´us é amor", elas não estão nos dizendo que O Criador seja uma sensação calorosa de amor. Os escritores não estavam dizendo que na nossa forma limitada de amor humano o acharemos. De forma alguma – na verdade, quando lemos nas escrituras que "D´us é amor", isso significa que O Criador define amor. E quando dizemos que Ele define amor, isso não significa que Ele o define como um dicionário define alguma coisa – o que queremos dizer é que Ele é em si mesmo a definição de amor. Não existe amor sem Ele. Por mais que tentemos, não podemos definir amor fora do seu conhecimento. Isso significa que a nossa definição humana de amor é falsa.
Ele é o Criador de todas as coisas e, por sua própria natureza, Ele é amor. No Criador diz que amor é incondicional e disposto a fazer sacrifícios, e isso não é baseado em sentimentos; portanto, amor não é uma "intensa afeição... baseada em laços pessoais ou familiares". Para entender o que amor verdadeiro é e para poder realmente amar outros, precisamos conhece-lo, e só podemos fazer isso através de um relacionamento pessoal com Ele. Podemos ter esse relacionamento íntimo com Ele através da fé no seu Filho, que foi o sacrifício de seu amor para conosco. Ele é amor! Assim sendo, verdadeiro amor—o amor do Pai—pode ser resumido na seguinte passagem das Escrituras:
"Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede do Pai; e todo aquele que ama é nascido de Pai, e conhece ao Pai. Aquele que não ama não conhece ao Pai, pois Ele é amor. Nisto se manifestou o amor do Pai em nós, em haver enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor, não em que nós tenhamos amado ao Pai, mas em que ele nos amou, e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Ele de tal maneira nos amou, devemos nós, também, amar uns aos outros." (1 João 4:7-11)
Por tanto é impossível Amar ao pai sem primeiro amar aos que nos rodeiam, pois como podemos dizer que amamos ao Criados se nem ao menos o vemos com nossos olhos humanos, se os que vemos não amamos. Creio pessoalmente que quando amamos alguém transferimos um pouco Dele para a pessoa receptora, e assim o mesmo acontece aos inimigos fazendo-os experimentar este poder atômico que quebra a maior força existente conhecida “O coração do homem”, aquele que experimenta o sentimento de Amor verdadeiro na realidade esta experimentando a presença do Criador em sua vida, pois o amor não se sente se vive.
O AMOR NÃO PODE SER EXPLICADO - APENAS VIVIDO.
O Enigma do Amor, como devemos definir amor?
O ESCOLHIDO. (prosopopéia)
Em um templo qualquer...
Mas o Messias lhe disse:
_"Vai, porque este (Saulo) é para mim um VASO ESCOLHIDO, para levar o meu nome perante os gentios e Reis. Pois eu lhe mostrarei quanto lhe IMPORTA SOFRER pelo meu nome."
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Adquirir conhecimento é relevante?
A seguir elegi algumas expressões conhecidas por todos, mas que tiveram sua origem com significado diferente do que aplicamos hoje é um exemplo de como temos que estudar e obter conhecimento de muitas coisas que andam nos dizendo, veja:
01 – Expressão Usada: “Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão”.
Expressão Original: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”;
02 – Expressão Usada: “Cor de burro quando foge”.
Expressão Original: ”Corro de burro quando foge”;
03 – Expressão Usada: “Quem tem boca vai a Roma”.
Expressão Original: “Quem tem boca vaia Roma”;
04 – Expressão Usada: “Cuspido e escarrado”.
Expressão Original: “Esculpido em carrara”; Carrara é um tipo de mármore. Portanto, dizer que alguém se parece com outrem, significaria dizer que foi esculpido como quem esculpe em mármore carraro.
05 – Expressão Usada: “Quem não tem cão caça com gato”.
Expressão Original: “Quem não tem cão caça como gato”; da forma de gato, ou seja, sozinho.
06 – Expressão Usada: “Esse menino não para quieto, parece que tem bicho de carpinteiro”;
Expressão Original: “Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro”.
07– A Voz do povo, É a voz de D´us;
- As pessoas consultavam o deus Hermes, na cidade grega de Acaia, e faziam uma pergunta ao ouvido do ídolo. Depois o crente cobria a cabeça com um manto e saía à rua. As primeiras palavras que ele ouvisse eram a resposta a sua dúvida. Assim, a voz do povo, a voz de D´us.
08– Voto de Minerva;
- Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe.
No julgamento, houve empate entre os acusados. Coube à deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu. Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.
Estas e outras expressões são resultantes dos processos sociais. Mostra-nos como a comunicação interpessoal pode nos trair em seu contexto, principalmente a verbal. Outro exemplo disto é a “técnica do cochicho, comumente conhecida como telefone sem fio”, muito utilizada em dinâmica de grupo: conta-se uma pequena história e pede-se para uma pessoa do grupo cochichar no ouvido da outra. Esta repassa o que ouviu para quem estiver junta e assim por diante. Quando a ultima pessoa do circulo ouvir a mensagem irá falar o que ouviu para o grupo. Então o locutor irá dizer a mensagem correta e todos verão que quase nada restou da mensagem inicial.
Por isto temos que acordar para fatos em nossa história que foram de algum modo mudados e continuam sendo apresentados de forma muito a quem da realidade proposta pelo fato em suma acontecido, devemos nos aprofundar mais e mais em busca do conhecimento, pois ele será o fator principal de não perecermos, pois o que temos em nossa historia é somente uma neblina, uma penumbra do que na realidade aconteceu e para que saibamos toda a verdade temos que sair de diante da TV, recusando estes manjares servidos pela mãe das meretrizes deste século, voltando-nos para os livros ou a internet, onde ainda podemos encontrar alguma coisa que não foi manipulada com enxertos da nova era.
Mas o que vejo é que as TVs de um modo geral trabalham em conjunto, não deixando tempo para o individuo raciocinar, pensar, deduzir algo, pelo contrário, elas descarregam montanhas, toneladas de nada diante dos olhos, são tantas bobagens que dá pena de ver as reações dos incautos, pois quanto mais falamos e alertamos, mais eles se prendem a este vício, não sou contra a televisão, até gosto dela, desligada é claro, sou sim contra os programas que eles enfiam goela à baixo de seus telespectadores, um verdadeiro lixo corrosivo, sem possibilidade de reciclagem, que entranha no meio popular e forma o pior tipo de opinião, opinião tendenciosa e parcial, distante de qualquer vestígio de raciocínio e inteligência e o resultado, como todos vemos é desastroso, quando não nojento.
E esta febre dos “realities shows" mostrando incautos em busca dos seus quinze minutos de fama num programa dito politicamente correto pela sua direção. Mais incorreto e idiota impossível: diálogos imbecis, incoerentes e inconsequentes, pré-fabricados para que sejam recitados pelos componentes invariáveis (boazudas, malhados e minorias raciais) que compõem os grupos de "pré-selecionados dessa coisa". Arghhh.... Eca....
E as novelas, o que dizer do entretenimento conhecido como o de “marca registrada nacional”, sempre embasadas em imigrantes italianos, retirantes nordestinos, heróis sulistas e "espertos" do eixo central; nas tramas sempre estão presentes assuntos polêmicos pra garantir o retorno comercial. Desta forma, prostitutas, gays, lésbicas, drogados são retratados como pessoas sofridas e em geral, sempre vencem a batalha contra o preconceito a seu desvio.
Mocinhas "Ximenesianas" e mocinhos "Gianecchianos" realizam personagens hipócritas, em um imaginário de pessoas esteticamente belas e de caráter totalmente ilibado, que sem qualquer explicação, passam capítulos e mais capítulos debatendo-se com problemas facilmente solúveis no mundo real.
As cenas de sexo não são explícitas, mas eles chegam lá. Assim como a violência gratuita presente e justificada pelos diretores e escritores como demonstração do que se passa a nossa volta. Em outras épocas estes, endeusados, escritores de novela atuais não passariam de "escritorezinhos" de segunda em editoras de terceira com seus livros comercializados em sebos e afins, são perigosamente, formadores de opinião em função do sucesso.
Sim, não obstante o reconhecimento da importância da televisão como meio de comunicação, há também de pesar ser ela a grande vilã e causadora da maioria dos males da sociedade moderna, onde massagear o controle remoto, de preferência pessoal, pra ver a violência, o sexo, o mercantilismo desenfreado e estereótipos é mais importante que ler um livro, estar com os amigos ou reunir a família, simplesmente pra conversar.
Ai eu pergunto; “Onde é o fim desta prosopopéia?” O fim é um só!! - A decomposição cerebral, que levará o indivíduo a falência moral e a incapacidade de raciocínio próprio. Mas graças que temos a internet, que por enquanto, está escancarada para gregos e troianos, pobres e ricos, intelectuais e néscios, onde encontramos o que queremos, tiramos nossas dúvidas e damos a nossa opinião, mas isto até quando???
Esta geração que cresce diante de nós, será a meu ver uma geração de gênios, pois não se prendem a estes modismos televisivos, que na minha geração foi disseminado, preferem o computador e por isto são chamados muitas das vezes por nós de superdotados, fazem coisas nestas máquinas que não acreditamos que seria possível.
Só o fato de elas estarem adquirindo uma gama muito grande de conhecimento e de estarem descobrindo a real situação de nosso mundo atual, já é um grande alívio e avanço.
Prefiro minhas filhas no computador, que diante de uma TV.
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Feliz Ano Novo?
Relevar é preciso, pois somos seres falhos e fracos, por nós mesmos não poderíamos subsistir, pois para isso, necessitamos de uma harmonia fixa dos elementos que nos rodeiam e esta harmonia existe, não por nossa vontade ou desejo, mas pelo amor e cuidado do Pai.
Devemos viver como vive esta harmonia dos elementos, se respeitando, cada um com seu dever e objetivo e que estes não sobreponham a vontade do Altíssimo que a todos quer bem.
A união não é uma utopia entre nós, mas sim um dever de cada um que ama e segue ao único que é digno de receber de nós esta união, que forma um corpo, lindo e perfeito, como são os elementos que compõem o universo.
Se ficarmos a procura de defeitos em nosso próximo e quando os encontrá-los apontá-los ao mundo todo e o omiti-los ao que dele o observou, não estaremos fazendo o bem, devemos primeiro olhar para dentro de nos mesmos a procura de defeitos semelhantes e corrigi-los aí sim podemos apontar o defeito de nosso semelhante, mas fazer isto em amor e não para nossa própria glória.
Buscar a unicidade de pensamento deve ser o objetivo maior em nós, pois só uma coisa pode nos livrar de sermos enganados pelo inimigo “A união”, mas ela só é alcançada com perdão. Perdoar é o primeiro passo, respeitar a forma de pensamento um do outro é crucial nestes últimos dias, temos que nos capacitar para isto, devemos aprender, fazermos uma faculdade de como nos perdoar, só assim podemos realmente nos chamar por irmãos.
Tenho para mim que só serei amado se assim o fizer aos meus irmãos e estender este amor aos meus inimigos também, pois quando respeitamos as nossas diferenças como um corpo respeita seus membros, seremos respeitados da mesma forma, não posso culpar meu pé de não poder pegar um copo na prateleira.
O mestre fez uma grande obra como homem entre nós, conseguindo amar igualmente a todos, não fez acepção de pessoas ou clero, mas mostrou que é possível o respeito mutuo.
Mas ao contrário dele e na contramão de seus ensinamentos lá vamos nós, pisando, ridicularizado, chacoteando, expondo ao ridículo, menosprezando, diminuindo, excluindo aos que não pensam como ou da forma que eu.
Nossa forma de amar e respeitar, a muito se diferencia da do nosso mestre, pois impomos as nossas condições, sendo que ele pediu somente uma condição para que sejamos salvos e esta condição fingimos não saber, pois é a mais difícil para os soberbos “Amar um ao outro ”
Enquanto nos digladiarmos por questões que não serão reveladas nesta vida ou por questões que só nos levam a separação, não nos edificaremos, não sairemos do lugar, pois a sabedoria e o entendimento são dois paralelos que devem se unirem.
Erramos muito por não procurarmos o conhecimento, por não pesquisarmos, e o que fazemos? Deixamos isto para outros, ai quando algo novo aparece não discutimos, pelo contrário, refutamos, preferimos ficar com conceitos arcaicos, pois a dúvida é um consolo.
O mestre quebrou paradigmas, pois o mundo estava mergulhado em conceitos arcaicos e antigos, ele trouxe-nos o novo, mas os seus preferiram a dúvida, pois ela os confortava de certa forma.
A falta de entendimento será a meu ver o calcanhar de Aquiles na queda dos incautos, pois a dúvida lhes corromperão a mente, não podemos ter dúvidas ou medo de errar, assim disse o mestre “E vós, quem dizeis que eu sou?” devemos ter certeza em nosso coração de que estamos seguindo o verdadeiro Salvador o Messias o ungido do Pai, e nosso espírito testifica isto, não há dúvidas, “Quem não é por mim é contra mim, quem comigo não ajunta, espalha" disse o Mestre.
Quanto ao ano que se foi, não resta dúvidas, estamos mais perto da redenção, mais um que ficou para trás, se fizemos algo de importante, devemos repeti-lo neste ano que adentramos, se fizemos algo de errado podemos corrigir se temos objetivos devemos buscá-los se temos sonhos devemos aguardá-los se temos dúvidas devemos ter FÉ se temos medos devemos confiar se temos rancor devemos perdoar e se temos raiva devemos AMAR.
Tenho por mim que nenhum ano será realmente novo se continuarmos a cometer os mesmos erros dos anos velhos.
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A Religião proposta pelo homem é um mito.
A religião deturpada e todo seu moralismo preconceituoso, que diz que o ser humano não pode pensar por si só, e definir seus ideais, seus pontos de vista suas idéias, e também naquilo que deve acreditar. Toda a obediência ao homem e seus preceitos, obediência aos dogmas e rituais, todo jugo, ordenanças impostas à força, tudo o que é opressivo e que traz em si a ganância e poder pessoal, tem origem nas religiões, a religião deturpada corrompeu a história, como um vírus passado de geração, que em forma de parasita devora seu hospedeiro, mas não o mata de vez, ela vem formando doutores de leis humanas e preceitos tolos, com rotinas medíocres, que diz que se o indivíduo que cumprir uma rotina semanal de presença aos seus cultos (se alimentar) estará livre de condenação, isto é patético! E se não cômico.
A religião corrompida dos dias de hoje, prende e oprime o homem até a sua alma, se livrar desta opressão é uma tarefa muito difícil. Somente um encontro com o altíssimo pode quebrar esta cadeia. O homem que a ela serve ou é servido por ela, se sente afagado, ela massageia seu ego interior, e ainda mais, estimulada pela preguiça, se completa em um circulo vicioso infinito, as rotinas ditadas pelas meretrizes (religiões) deste século, que se prostituiram pelo dinheiro deste mundo e seus lideres, que viraram verdadeiros prostitutos, que se vendem por qualquer motivo ou valor, como nos primeiros séculos, onde a obediência aos poderosos era sinônimo de longevidade, hoje é sinônimo de poder, seguem o mesmo padrão, obediência as doutrinas centralistas, onde o dono do povo é o mais cara de pau e malandro.
A religião pura e imaculada, é abominação nos templos de hoje, pois depende de tempo e dinheiro, dois itens que não se pode mexer, pois são sagrados. Tirar o tempo de seus lideres e mexer em seu dinheiro é uma blasfêmia, são poucos os que vivem para o templo, e muitos que vivem do templo e suas regalias, mas sempre terão ao seu lado o clero para lhes defender e morrer por eles, e seus súditos e seguidores que passaram fome, sede e frio para que eles tenham o melhor desta terra, enquanto seus súditos padecem as mais diversas necessidades, eles esbanjam fartura e poder, conheço muitos que tem piscina e carro importado, até três, e seus membros padecem necessidades.
A religião opressiva, que cultua ao deus de balaão, em que seus seguidores adoram a seus lideres, para os quais o céu é seu templo, e o inferno a pobreza, que louvam aos seus bens e que tem por objetivo a riqueza. Religião que faz o templo um grande shopping center, onde os clientes são seus membros, os vendedores são seus lideres, o produto é o evangelho e a moeda de troca, promessas de cura, onde o indivíduo assíduo não pode sair de casa com o bolso vazio, pois as cobranças são tão acaloradas e repetitivas, que chega ser uma extorsão.
A Religião proposta pelo homem é um mito, e todo mito é perigoso, e abre precedente para o preconceito, o fanatismo, o autoritarismos, sectarismo e a intolerância. Dizer que está na religião certa, é dizer que todo o resto do mundo está na religião errada, pois a religião é utopia, como no passado, quando Tiago cita o espelho, ao qual o homem que se contempla nele é igual ao que fica ouvindo (dias atuais) as escrituras, e não praticando-as, este de nada tem com o evangelho, ele mesmo condena a religião seguida na época dizendo: “Se alguém cuida ser religioso” o mesmo que “Se vocês querem ser religiosos” a religião em sua maioria é vã, de nada serve se não para o bel prazer do homem que a dita e segue.
A VERDADEIRA RELIGIÃO, ou seja “ Quer ser religioso?” faça isto então: Pois a religião pura e sem mácula é: VISITAR OS ÓRFÃOS E AS VIÚVAS NAS SUAS AFLIÇÕES (E O PRINCIPAL) GUARDAR-SE ISENTO DE CORRUPÇÃO. “É mole!” Por isto a verdadeira religião não é citada nos cultos de domingo ou em outro qualquer, pois é contra os princípios dos doutores da lei e dos corruptos que assolam os templos de hoje. A expressão “Saia dela povo meu” se encaixa como luva neste caso? saia das religiões, saia das garras dos lideres religiosos que vivem à custa de seu suado salário, pare de ser negligente com os órfãos e viúvas, indo atrás de lideres problemáticos e gulosos por dinheiro, levante ajude o próximo pessoalmente, não tenha preguiça, seja forte, não passe adiante um dever que é todo seu.
A religião mata. A religião deturpa. A religião machuca.
Os templos estão cheios de pessoas vazias, porque as pessoas não encontraram nas religiões o que deveriam encontrar: AMOR.
Pessoas que não encontraram reconhecimento e respeito. Pessoas que não eram importantes para a religião e por não serem importantes foram, digamos, descartadas. O mestre em todos os evangelhos possuía um respeito pelo ser humano muito grande, jamais desprezou alguém, a não ser, os RELIGIOSOS de sua época. A prostituta que lavou seus pés de lágrimas e os enxugou com seus cabelos, a mulher samaritana com sua sede, o endemoninhado gadareno com sua possessão, enfim, todos foram perdoados e libertos.
Mas porque hoje aqueles que se dizem seguidores do Messias, tratam as pessoas de modo oposto ao Dele? A sede de poder, a fome de glória e o coração corrupto, têm transformado a religião em alguma coisa não desejada pelas pessoas, mas adorada pelos lideres. Porque não aprendemos com os erros da geração passada? Na verdade estamos cometendo erros maiores, porque a religião se tornou uma grande fonte de dinheiro e poder.
O corpo do messias não e formado de grandes palácios, templos ou catedrais, mas de pessoas, pessoas iguais as muitas que Ele encontrou no caminho quando caminhava pelas estradas empoeiradas de Israel. O que atraía as pessoas ao messias, era seu imenso amor e respeito.
Hoje uma grande revolução está começando! Pessoas em todos os continentes estão buscando o Pai dentro de seus quartos fechados, pois o mestre tinha ensinado nossos irmãos a orar em seus quartos e hoje estão recebendo Dele o que Ele sempre deu: amor, compreensão e paz.
Enquanto os lideres estão discutindo como aumentar seus ministérios, construírem andares em seus templos, aumentar suas fachadas, como aumentar suas posições, O pai continua salvando pessoas em lugares que nós nem podemos imaginar. Sim o corpo do messias continua vivo e crescendo, mas os templos dos homens, estes estão com os dias contados.
O pai eterno está convocando seu verdadeiro povo, aqueles que não ligam se ganharão algum cargo na igreja, ou que serão reconhecidos pelo líder local, mas apenas aqueles que são tão apaixonados pelo mestre, que estão dispostos a renunciar, morrer, abaixar a cabeça, chorar, para que o Nome Dele seja glorificado em toda a terra.
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Você é salvo de que mesmo?
Quem são os verdadeiros homens de D´us?
Fico me perguntando “Como reconhecer um verdadeiro homem que serve ao Eterno”, mas sempre passo a resposta, e me vejo a perguntar a outros companheiros, mesmo assim as respostas são vagas e muita das vezes sem sentido. Mas como reconhecer “Um”?
Procurei a resposta em alguns livros, sobre homens que mudaram o curso da história que fizeram época, que suscitaram gerações, mas nada, pelo contrário percebi que a maioria buscava o engrandecimento de seu próprio umbigo.
Voltei-me então as escrituras, Genesis, Adão, bem Adão um exemplo de homem quase um d´us, deu nome aos animais e tudo que habitava sobre a terra, homem firme tinha como ministério a jardinagem se bem que ficar olhando as árvores darem seus frutos não era um trabalho pesado assim, pois bem este era homem literalmente de d´us e era dono de tudo, tinha autoridade sobre tudo, menos sobre sua companheira um problema básico que se estende até aos dias de hoje.
Continuei lendo, passei por Noé, era vinicultor homem certamente muito rico, Continuei, li sobre os patriarcas, monarcas, reis, generais, profetas, sacerdotes, todos grandes homens, homens de D´us todos donos de muitas posses, Homens muito ricos como: Moisés, Abraão, José do Egito, Jó, Neemias, Ester, Davi, Salomão, Esaú, Jacó, entre outros.
Todos tinham duas coisas em comum eram homens de D´us e muito Ricos, nem sempre nesta ordem, terminei o velho testamento acreditando que para reconhecer um homem de D´us teria que observar seu status financeiro e sua colocação social. Bom tinha como encerrado o assunto! Mas como que por impulso continuei a ler o novo testamento e comparar os grandes homens que nele haviam arrolados, pois bem, para minha surpresa e espanto descobri como reconhecer um verdadeiro homem e mulher que serve ao Eterno Criador e vou mostrar a todos os que lerem este post, e é bem simples.
O verdadeiro homem que serve ao Eterno vive na e pela Graça, os demais, que não são, vivem na antiga Lei, anulando assim o sacrifício do Cordeiro em suas Vidas.
O que é a Lei? Hoje em dia se resume no; legalismo, nas obras sacrificiais, nas proibições, imposições, tudo aquilo que lhe oprime e enclausura, são os pactos as quintas feiras, os sete pretextos para se conseguir alguma coisa, as substâncias milagrosas, óleo ungido, sal abençoado, rosa da libertação, os banhos, as fogueiras santas, e tudo que não se relaciona com a graça, ou qualquer outra dessas bobagens, tudo aquilo que lhe tira da condição de recebedor e lhe Põe na condição de fazedor é lei, e aquele que está submisso a estas coisas não podem ser cotados como homens e mulher do Eterno, pois na lei a limpeza da carne era o objetivo maior, mas ao contrário da graça onde a limpeza se faz ao espírito e isto uma vez somente e não consecutivas limpezas tratando o sangue do cordeiro como uma lavanderia que fica aberta 24hs para receber seu espírito imundo para a limpeza novamente, não é assim, nós fomos limpos quando reconhecemos o mestre como nosso salvador e isto é selo ele não sai é fixo uma vez selados nunca mais perdidos uma vez os pecados perdoados nunca mais lembrados, tenha convicção disto em sua vida, pois o sacrifício do Messias não nos liberta momentaneamente, e sim para a eternidade.
Na antiga aliança ou testamento como queiram, esses grandes homens creram e obedeceram, e nos deixaram exemplos maravilhosos e eternos de fé. Isto é, enquanto o povo antigo deveria achegar-se ao Eterno, temeroso das reprimendas da Lei, cheios de inquietação e temor, o faziam para se justificar na carne e alcançar perdão de seus maus feitos na carne e para isto faziam oferendas e todo tipo de cerimônias, sabendo que seriam perdoados, mas isto de períodos em períodos, este tipo de lei era pesada, verdadeiro aio, Isto explica o sentido pelo qual a lei era fraca e inútil: ela dizia aos homens que eles eram pecadores, mas não podia permanentemente perdoá-los. Isto não significa que o Eterno se enganou ao dar a lei. Ela tinha um propósito, mas esse propósito era temporário. Quando veio a graça, a velha lei tinha cumprido seu propósito e não era mais necessária, por isso foi removida. Pois o fim da lei é a morte do messias Homem.
Isso significa que os fiéis do Velho Testamento não viveram vidas plenas, mas estiveram sempre de alguma forma infelizes, debaixo do jugo da Lei, ricos, livres, saudáveis, mas não totalmente completos, a diferença é que, ao crer nas promessas feitas a eles, já recebiam nos tempos antigos parte das bênçãos provenientes do Evangelho futuro.
Uma vez que seja evidente terem sido dotados conosco do mesmo Espírito de fé, segue-se terem sido participantes não só da mesma liberdade, como também da mesma alegria, Mas a alegria plena é fruto especial da Graça, talvez tenham sido eles aquinhoados do espírito de liberdade e certeza da Graça, que não experimentaram, em certo grau sim, tanto o temor quanto a servidão suscitados pela lei de alguma forma não os fizeram sentir a verdadeira plenitude da futura Graça, esta manifestada na morte e ressurreição do messias.
Mas na Graça recebemos um espírito de alegria, liberdade e tranquilidade. Enquanto um povo estava debaixo de diversas cerimônias, temos acesso livre ao Criador. Isto é explicado em Gálatas 4.22-31, pois Antigo Testamento incutiu medo e tremor às consciências; mas pelo benefício da Graça no Novo Testamento acontece de serem liberadas para alegria.
Mas as grandes diferenças notadas nos homens e mulheres que vivem na graça não são: o status financeiro e sua colocação social. Vasculhando o novo testamento procurando por homens que teriam estas características notei que nenhum deles possuía tais, pelo contrário os que possuíam eram convidados a se desfazerem dos seus bem os repartindo entre os pobres e seguir o Mestre.
Li sobre estes Homens e Mulheres, suas posições na sociedade e bens materiais, primeiro pesquisei sobre os doze apóstolos: Pedro, Andre, Tiago e João tinham como profissão a pesca, Tiago, Judas, Felipe, Bartolomeu, Simão, Tome e Judas não tiveram profissões definidas, Mateus era cobrador de impostos, nenhum tinha uma boa colocação no mercado de trabalho e se tinham deixaram tudo e seguiram o mestre, certa vez um paralítico pediu dinheiro a Pedro e João, e os dois estavam como eu poderia dizer “Duros” sem nenhum centavo no bolso, Paulo deveria ter tido muito dinheiro antes de sua conversão, mas depois teve como ofício a confecção de redes, e passou fome e privações, mas o maior exemplo foi mesmo o do mestre que não tinha um centavo tendo que recorrer aos peixes para pagar os tributos.
Outra diferença é a alegria de servir ao Eterno, isto não é encontrada naqueles que estão de baixo da Lei, pois na graça as coisas são bem diferentes, o pecado não existe na graça, pois foram perdoados pelo sacrifício do Cordeiro e os que reconhecem este sacrifício foram purificados para toda eternidade, mas os que andam segundo a lei, seguindo rituais de qualquer gênero estão fadados a matarem e queimarem um cordeiro diariamente, pois não crêem no sacrifício daquele que morreu uma única vez para perdoar TODOS os pecados de TODOS os pecadores de TODOS os tempos.
Se você mata o seu cordeiro diário para o perdão de seus pecados esta sobre a lei, se invoca o sangue deste cordeiro sobre seu pecado esta sobre a lei, pois o verdadeiro cordeiro espargiu o sangue purificador uma única vez e isto para nunca mais ser sacrificado, o verdadeiro homem e mulher que serve ao Eterno crê que seu pecados foram perdoados e isto é uma constante em suas vidas, pecar isto faremos constantemente, mas na carne, pois ela é puro pecado e colheremos os frutos deste pecado na carne, mas somos purificados no espírito e não mais vivemos na carne, pois a carne morreu com o mestre na cruz, e ressuscitamos em espírito juntamente com ele no terceiro dia, para glória do Eterno.
Notei então que o verdadeiro homem e mulher que serve ao eterno têm em si estas características: Não vive na lei praticando aberrações cerimônias de nenhum tipo, são alegres mesmo sabendo que terão dificuldades, não juntam tesouros na terra, mas os reparte entre os seus próximos, e o principal reconhece que pecaram e têm a certeza de que foram perdoados e isto para sempre.
Não sirva ao messias homem na carne que veio morrer para cumprir a lei, siga e sirva o Mestre no espírito que veio trazer a graça e isto na ressurreição, e será reconhecido como um homem e mulher que verdadeiramente serve ao eterno.
“Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte.
Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.” Romanos 7:5-6
De seu servo e irmão no Mestre, Django
A Igreja (Instituição Humana) e a caverna de Platão.
Comparo as “Igrejas” de nossa atualidade como uma caverna onde seus habitantes não vêem a realidade da luz de seu exterior, presos em suas entranhas não percebem que lá fora há LUZ e uma realidade quase que palpável a ponto de dissipar quais quer escuridão do pensamento humano. No Mito da Caverna de Platão, dentre outros problemas, a questão da natureza e do limite do conhecimento, em outras palavras, uma provocação epistemológica: O QUE É A VERDADE? (essência versus aparência).
Como se sabe, o idealismo platônico assevera a existência de um mundo onde se localizam as essências “O mundo das idéias” em contraste com seus meros reflexos: O MUNDO DAS APARÊNCIAS, aquele que se mostra a nossa consciência imediata, consciência não reflexiva e que, portanto, não pode atingir a “VERDADEIRA” verdade dos seres, verdade esta apenas captável por meio da fé no altíssimo.
Talvez dizer que no mundo de hoje a maioria vivem de ilusão, terá a mesma repercussão que houve quando os presos ouviram que lá em cima a realidade era outra. Não irão acreditar, porque estão dentro da escura caverna dos seus atos “pecados”, mentes embotadas permitindo-lhes perceber uma, somente uma pálida sombra das coisas.
O que encontramos nos cultos televisivos? Nada absolutamente NADA, pelo contrário encontramos o fundo da caverna onde ninguém sabe onde é o começo ou o fim de seu sofrimento, uma multidão se pondo para dentro, a procura de um espaço neste ambiente sombrio e úmido, onde nada se define nada acontece que de fato sirva de auxílio aos seus problemas de âmbito espiritual, mas o que sobrepuja são seus anseios materiais e pessoais, seus habitantes procuram seu bem estar e o consumismo pessoal, tentam livrar-se de ciladas que eles mesmos prepararam e caíram, tentam fugir de seus compromissos financeiros e amorosos, tentam de alguma forma culpar o Criador pelo estado atual de que se encontram e vivem. E a caverna se enche mais e mais, e na porta desta caverna como que com trombeta a chamar para dentro mais pessoas membros desta prosopopéia, seus lideres cegos recrutam um número infindável de cegos que para lá adentram.
O deus deste século embaraça-lhes o entendimento, cega lhes os olhos e enrijece os corações das pessoas , para não acreditarem no mensageiro , que viu , verificou, atestou a realidade das coisas. Vivem presos nas escuridões, e enclausurados como estão, acreditam somente nas sombras.
João 12:40 Cegou-lhes os olhos, e endureceu-lhes o coração, A fim de que não vejam com os olhos, e compreendam no coração, e se convertam, e eu os cure.
Os confinados nas cavernas escuras da vida; cegos de olhos e entendimentos, a única luz que acreditam é de uma grande fogueira que seus lideres religiosos acenderam em seu nefasto interior, dificilmente acreditará na realidade da luz do evangelho do Messias, que é a luz verdadeira, o Sol da Justiça, a verdadeira imagem do Eterno que se encontra fora da caverna.
2 Coríntios 4:4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória do Filho, que é a imagem do eterno. Preferem o caos espiritual dentro de cavernas “Templos”, que escalar a íngreme escada da realidade espiritual “Evangelho”, contemplada por aqueles que tiveram suas vistas acostumadas à luz e pode contemplar nitidamente a realidade do sol da justiça ( Ml4:2) .O Messias é a Luz que penetra as cavernas e abismos para resgatar o mais vil pecador . Lucas 2:32 Luz para iluminar as nações, e para glória de teu povo Israel.
Não existem cavernas e prisões escuras que possa com os seguidores do eterno. João 8:12 Falou-lhes, pois, o Mestre outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
Não existe crente eremita, caverna não é lugar para servos do Eterno 1 Reis 19:9 E ali entrou numa caverna e passou ali a noite; e eis que a palavra do Eterno veio a ele, e lhe disse: Que fazes aqui Elias?
Quando a pessoa tem um encontro com o Mestre, descobre que sua vida passada foi um longo tempo perdido, toda a vida acreditando em sombras, e a realidade estava a poucos metros acima, mas pela ganância e sede de poder daqueles que se dizem lideres espirituais ou apóstolos de si mesmo ou pastores que uivam, prenderam seus amotinados em prisões, verdadeiras cavernas onde sair é tão difícil que pode durar uma vida inteira.
Quem tem o Mestre não vive preso e enganado com mitos de fogueira, sombras e superstições, porque já contemplou a realidade sabe que não existe nada que possa fazer ponte entre ele e seu criador, sabe que para ter perdão basta se arrepender, que para receber basta DAR, que para ser amado primeiro deve-se AMAR e o principal, que para receber a salvação basta CRER no Messias. Ninguém deixa o original pelo fictício.
O Messias é a luz, mas é luz fora da caverna, pois a caverna é lugar de escuridão, cabe ao homem vir à luz, sair da caverna e verá a luz que o espera.
Mas para tal ato, o querer não é a única tarefa a ser cumprida, mas o agir é primordial e crucial para os que habitam o interior desta caverna, pois há uma pedra que pode fechar a caverna a qualquer momento, já estive lá dentro e não é fácil olhar para a LUZ, pois quando olhamos e vemos esta LUZ, ela queima nossa pele e faz com que nossa retina espiritual se delate permitindo que as coisas sejam mais transparentes aos nossos olhos e mente, e também o impacto com o novo, o defrontar com as coisas que até então eram ocultas e agora se escancaram diante de nós, isto sim é nascer de novo, quando estamos fora destas ilusões cavernosas recebemos dos céus toda força que direto dele vem, pois ele é autor e consumador de tudo, recebemos dele o essencial para nossa vida, a luz que regenera a alma e a água que vivifica o espírito.
Saia da caverna e contemplará a luz que é o Salvador.
De seu servo e irmão no Mestre, Django.