A misericórdia triunfa sobre a justiça.

O mestre nos ensinou que o mais importante da lei é a justiça, a misericórdia e a fé. Tiago, como para não deixar dúvidas a respeito de qual é a finalidade essencial do viver cristão, acrescenta que a misericórdia triunfa sobre a justiça. Mas não tem sido assim dentro dos templos chamado de igrejas cristãs. É a contradição e a incoerência que têm nos caracterizado. Pregamos paz uns para com os outros mas o que fazemos guerreamos. Falamos da graça, mas vivemos sob as leis determinadas por nossas tradições, concílios, encíclicas, convenções, regulamentos, regimentos, normas e princípios que muitas das vezes invertem a lógica e ótica do mestre e fazem o juízo ser maior que a misericórdia.

Quando nascemos já temos uma certeza não temos de ir para o pai a medida que o mundo nos ensina vamos nos distanciando, pois ao contrario do que deveria ser somos ensinados por pessoas que da mesma forma foram ensinadas, tudo em sumula vai depender de onde você vai nascer, se imagine nascendo em uma tribo nos confins do amazonas, teria como seu deus uma arvore ou o sol, tudo vai depender da busca pelo conhecimento, a básica pergunta “Para onde vamos?” a partir desta pergunta ser humano pode achar muitas respostas mas 99% delas são respondidas por homens, análise pense minhas perguntas devem ser respondidas por homens, fazer isto ou aquilo como proceder sobre isto ou qual a visão na ótica de Cristo eu deveria seguir, bem perguntas estas já respondidas por ele mesmo, lembre quando o jovem rico veio ao mestre com o maior ponto de interrogação que eu já li. Vejamos:

Lembrando que o mestre tinha acabado de dar uma bronca nos discípulos por terem barrado as crianças de se aproximarem dele ai sim vem o jovem correndo se aproxima e diz "Bom Mestre, que devo fazer para herdar a vida eterna?" O respondeu: "Por que você me chama de ‘bom’? Ninguém é ‘bom’ a não ser Um: o Pai eterno. Você conhece os mandamentos: ‘não adulterarás; não matarás; não roubarás; não mentirás; honra a teu pai e a tua mãe...." "Mestre, tudo isso eu tenho cumprido deste a minha juventude. O que mais me falta? O mestre olhou para ele e o amou; e disse: "se você quiser ser perfeito*, uma coisa ainda falta: venda tudo que você tem, doe aos pobres e você terá um tesouro no Céu; daí venha e Me siga." Ouvindo isso, ele se encheu de tristeza e se retirou, porque era muito rico. Então Jesus disse aos Seus discípulos: "AFIRMO que dificilmente um rico entra no Reino do pai. É mais fácil um camelo passar pelo buraquinho de uma agulha que um rico entrar no Reino do pai."- Os que ouviram isso perguntaram: "então quem pode ser salvo?" o mestre olhou bem para eles e disse: "para os homens é impossível, mas não para o pai eterno; porque para o pai tudo é possível."- Pedro disse: "nós [discípulos] deixamos tudo para segui-lo." O mestre respondeu: "não há quem tenha deixado casa, irmãos, pais, filhos ou terras por amor a Mim e pelo evangelho que não receba 100 vezes mais nesta vida com casas, irmãos, mães, filhos e propriedades – com perseguições; e no mundo que virá receberá a vida eterna. Mas muitos que são primeiros serão últimos e muitos que são últimos serão primeiros."

Lembram-se da pergunta do especialista da lei, que o mestre respondeu contando a parábola do Bom Samaritano? Ele perguntou: “Professor, o que tenho que fazer para herdar a vida eterna?” o mestre lhe devolveu a pergunta: “o que está escrito na lei?” A “lei” seriam os mandamentos dados pelo eterno a Moisés. Todo judeu que se prezasse via a salvação como algo que tivesse a ver com o cumprimento da lei. Mas isso passou a significar algo mecânico, um ritual frio, um desempenho externo. Para o especialista da lei, o mestre mostrou que a lei exige aplicação na prática e uma atitude constante de amor sem preconceitos.
Quanto à herdar a salvação – coisa que tanto o especialista da lei quanto o jovem rico queriam para suas vidas, o mestre mostrou que trata-se de um relacionamento íntimo que exige obediência de todo o coração; em amor fervoroso e lealdade não-dividida. Uma vez enxergando esta dimensão da salvação, fica claro que ninguém consegue alcançar este ideal com suas próprias forças. Por isso Jesus fala da salvação como o Reino do pai que deve ser recebido como uma criança. Uma criança depende de seus pais para o seu sustento e proteção – não de seus próprios recursos, que nunca seriam suficientes.

Que igreja (Corpo espiritual) desejamos? Que igreja (Corpo espiritual) estamos perpetuando? Qual o nosso real critério de avaliação? Precisamos refletir sobre que tipo de ética tem norteado a nossa tomada de decisão frente aos problemas do cotidiano que de a muito escaparam do maniqueísmo do certo ou errado, bom ou ruim, céu ou inferno, justo ou pecador. Enquanto buscamos uma santidade apenas exterior baseada em não tocar, não provar, não manusear, outros estão com rapina, ódio, preconceito, ganância, cobiça, violência, indiferença, falta de perdão e arrogância em seus corações sem serem incomodados. Coamos mosquitos e engolimos camelos. Em um diálogo do filme “Advogado do Diabo”, o personagem de Al Pacino nos deu uma profunda radiografia da santidade cristã baseada em proibições: “Pode olhar, mas não pode tocar. Pode tocar, mas não pode provar. Pode provar, mas não pode gostar...”

O espírito farisaico e legalista sempre existiu. O profeta Isaias, setecentos anos antes da vinda do mestre, já advertia que “este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens que maquinalmente aprenderam”. Este espírito se enraizou profundamente no imaginário religioso, mesmo a igreja cristã assume os mesmos moldes e os mesmos valores farisaicos contra os quais o mestre sempre lutou.

Até hoje nós seguimos uma ética legalista baseada em mandamentos morais e sociais que não podem ser ultrapassados. No entanto, esta não era a ética ou ótica que o mestre seguia. Sua ética era eminentemente compassiva sem perder de visa o que é essência na palavra de do pai.

Vemos isto claramente no capítulo oito do evangelho de João. Nele a mulher adúltera, pega em pleno ato, é levada ao mestre para que ele dê o veredicto. A lei a este respeito era absolutamente clara: quem fosse pego em adultério deveria morrer apedrejado, tanto o homem quanto a mulher. Não havia espaço na lei para a misericórdia, ela apenas impunha a punição. Não havia nenhuma ressalva em relação à qualificação dos executores da pena; qualquer pessoa, por pior que fosse, tinha o direito de apedrejar aquele que fosse pego em adultério, era uma garantia da lei. Pela ótica legalista,o mestre só poderia tomar duas atitudes: ou denunciar a ausência do homem que também pecou e, portanto, também deveria ser punido, ou orientar que trouxessem também o adúltero para que ambos fossem apedrejados e mortos, cumprindo assim a justiça que havia na lei. Esta ótica legalista não está presa aos tempos passados, nós também a seguimos. Por conta da nossa ótica legalista, muitos homens e mulheres estão “orando” pela morte de seu cônjuge para por fim a um casamento infeliz, outros estão começando casamentos fadados ao fracasso para não ficarem “abrasados” e uma multidão está vivendo na hipocrisia de uma santidade de aparências, visto que nós fazemos da aparência a medida de todas as coisas.

Reunimos-nos cheios de pecados e descemos que somos santos, cantamos qualquer tipo de letra de hinos e queremos ser abençoados e benquistos, seguimos os rituais de forma fúnebre, não fazemos o que queremos mas seguimos a multidão pois a aparência é o que nos importa ser contrario aos dogmas nos acarretará em desvio de conduta para as normas estabelecidas, enquanto isto muitos sofrem por não poder serem aquilo que querem estão aprisionados em uma forma bizarra de matrix espiritual, são servos de si mesmo tendo força para mudar mas por serem guiados não ousam a se manifestar, fazemos por fazer não por amor vão aos templos por ir não por amor dizimam por obrigação não por amor, se aturam por aparência não por amor o amor esta em segundo plano, é mais fácil ajudar a quem tem com o intuito de receber do que a quem não tem pois dar para receber mais tarde é lucro, muitos até dizimam mais para mostrar que ganham mais outros ficam com vergonha de mostrar o quanto dizimam, na verdade o dizimo é a muleta do homem carnal para que não acabe de cair pois muitos que não seguem ao mestre dizimam e seus dízimos são recebidos como se fossem de membros, qual o templo recusaria um dizimo de 100mil, mesmo este vindo de obras malignas? Qual?. Hoje a palavra final é do homem e eles governam pelo poder conduzem pelo terror, e seus membros são manipulados pela aparência, indignado eu? Ir a templos, guardar um dia na semana, fazer caridade, batizar, tomar ceia, jejuar, me confessar aos homens, ????? SE EU NÃO AMAR NADA DISTO VAI TER EFEITO EM MINHA VIDA ESPIRITUAL.

Amar a quem? O pastor, os irmão mais ricos, os mais espirituais? Não amar seu inimigo e orar por ele, amar os que são humilhados e maltratados por amor ao mestre, as viúvas, os órfãos, os carentes sociais, o mendigo que mora ai na sua esquina, coisas que a sociedade moderna nos colocou como difíceis ao ponto de vista educativo. Pergunto; você é daquele que pagam pra fazer? Ou melhor na hora de ir manda o outro? Lembre seremos julgados pelas nossas obras, e elas são requeridas das mãos. Lembro-me de uma vez ouvir esta resposta: “Eu dou o dinheiro e o missionário prega a palavra”. Você é um destes? Reflita pense bem é isto mesmo que o mestre nós encinou?.

Continuando...cada um com sua pedra...

O mestre fez algo totalmente fora dos padrões da ética legalista. Para surpresa de todos, ele sacou, como que da manga, um argumento que nada tinha a ver com a lei do adultério e mostra que muito além dos reducionismos morais e dos maniqueísmos sociais a vida se desenvolve em uma dimensão em que todos nós necessitamos da misericórdia do pai eterno: “Atire a primeira pedra, aquele que não tiver pecado”.

A ética compassiva do mestre nada tem a ver com a ética relativista moderna, em que cada um tem a sua própria ética e o que é certo para você pode não ser para mim. Muito pelo contrário, ela leva em conta as circunstâncias individuais e o momento histórico, mas repousa nos valores absolutos da fé e do amor ao próximo, portanto, transcende à visão individualista e egocêntrica que permeia o presente século. Ela é contextualizada sem ser permissiva. Ela é contemporânea justamente por ser atemporal.

Ela é humana, exatamente por ser divina.

Precisamos desta ética, precisamos vivê-la, experimentá-la, não apenas para nós, e nossos erros, mas também para o outro, pois aquele que julga sem misericórdia também será julgado sem misericórdia. Precisamos entender que a vida não é apenas um amontoado de regras em que classificamos o certo e o errado, mas, antes, é surpreendente nas nuances, incongruências, contradições e ambigüidades em que estamos envolvidos.

Pois bem onde erramos e onde acertamos, pelo menos eu sei que tudo que eu fizer tendo em primeiro plano o amor e o bem ao meu próximo e dentro da ótica do mestre será aceito pelo pai, mas pelo contrario tudo que eu fizer somente para agradar a mim mesmo, e sustentar aparências ou se eu seguir padrões de modismo ou rituais ecléticos ou ser omisso com os pequenos tanto na fé como socialmente estarei seguindo doutrinas de demônios, pois as verdadeiras heresias são aquelas que escravizam o homem sem ele perceber que esta sendo levado a perdição. Façamos uma análise procuremos dentro de cada um de nos por estes obras manifestas quais são...

Prostituição: do gregu porneuo – πορνευω prostituir o ato de se prostituir, ou seja, (literalmente) se envolver ilegalmente em luxúria (com qualquer sexos), ou (figurativamente) praticar idolatria: – cometer (fornicação). “Qualquer homem que olhar para uma mulher com intenção impura, em seu coração já prostituiu com ela”.

Impureza: (do grego akatharsía) é o mais amplo dos três termos traduzidos por “fornicação”, “impureza” e “conduta desenfreada”. Tudo o que contamina o nosso corpo. Que é o verdadeiro templo onde o pai deve ser adorado. Ele deve ser limpo, organizado e habitado pelo espírito do pai.

Lascívia: No grego, "aselgeia" = licenciosidade, sensualidade exagerada. Está em pauta a conduta assinalada por indulgência sexual irrestrita, por violência e voluntariedade pervertida. (ver Ef 4:19), vemos que aqueles que destroem completamente a consciência, tendo-a ‘cauterizada", entregando-se ao "deboche", aos pecados sexuais exagerados, entregando-se à "lascívia"

Idolatria: A palavra idolatria herda dos radicais gregos eidolon + latreia, onde eidolon seria melhor traduzido por "corpo", e latréia significando "adoração" - neste sentido representaria mais uma adoração às aparências corporais do que de imagens simplesmente. A idolatria é usualmente definida como a prática de adoração a ídolos, valores e idéias em oposição à adoração a um D´us monoteísta. A idolatria é considerada um dos maiores pecados nas religiões abraâmicas, de outro modo, em religiões onde esta atividade não é considerada como pecado, o termo idolatria é sem sentido. Quais imagens, idéias e objetos, constituem idolatria, e quais constituem uma adoração válida é um assunto de discussões por autoridades e grupos religiosos. É notável o conflito sobre o uso do termo no cristianismo, entre dois dos seus principais ramos, o catolicismo e o protestantismo.

Feitiçarias: é tradução do termo grego "pharmakeia" alusão do uso de drogas de qualquer espécie, benéficas ou venenosas. Visto que as feiticeiras e bruxas usavam drogas em seus ritos, essa palavra veio designar a prática da feitiçaria, da mágica, das bruxarias e de todas as formas de encantamento.

Inimizades: no grego "echthrai" ou seja, ódios, inimizades, uma palavra usada no plural, indicam muitas modalidades de ódios contra D´us e contra os homens. Essa emoção é o oposto exato do amor, pois ao invés de buscar o benefício e o bem estar do próximo, busca prejudicá-lo, almejando a sua destruição; e assim fica exibido um caráter profano, visto que o pai é amor. As inimizades geram as hostilidades de todas as formas.

Porfias: vem do vocábulo grego "eris", desavença, contenda. Trata-se da atitude mental hostil, que cria problemas os mais inesperados entre as pessoas, resultando em dissensões e divisões.

Emulações: do grego "zelos", que significa ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros.

Iras: do grego "THUMOS", que significa ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas, Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. “O mestre” Eu, porém, vos digo que todo aquele que (sem motivo) se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo.

Pelejas: do grego "eritheia", que significa ambição egoísta e a cobiça do poder. "Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?"

Dissensões: do grego "dichostasia", que significa introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra do pai, diversidade de opiniões, desavença, divergência; contraste.

Heresias: (do latim haerĕsis, por sua vez do grego αἵρεσις, "escolha" ou "opção") é a doutrina ou linha de pensamento contrária ou diferente de um credo ou sistema de um ou mais credos religiosos que pressuponha(m) um sistema doutrinal organizado ou ortodoxo. A palavra pode referir-se também a qualquer "deturpação" de sistemas filosóficos instituídos, ideologias políticas, paradigmas científicos, movimentos artísticos, ou outros. A quem funda uma heresia dá-se o nome de heresiarca.

Invejas: do grego "fthonos", que significa antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.

Homicídios: do grego "phonos", que significa matar o próximo por perversidade.

Bebedices: do grego "methe", que significa descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.

Glutonarias ou gula: do grego "komos", que significa diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida ou intoxicantes. A carta aos Romanos, Capítulo 14, versículo 17, nos exorta dizendo: O Reino do pai eterno não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. e nos versículos 20 e 21 adverti: Não destruas por causa da comida a obra do altíssimo. É verdade que tudo é limpo, mas mal vai para o homem que come com escândalo. Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça.

...e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino do altíssimo. Mas o fruto do Espírito é:

Caridade: em grego «ágape»; em latim «caritas». No vocabulário cristão, o amor que move a vontade à busca efetiva do bem de outrem e procura identificar-se com o amor do pai; ágape, amor-caridade. 2. Benevolência, complacência, compaixão. 3. Beneficência, benefício; esmola. O significado atual da palavra "caridade" prescreve o altruísmo, a fraternidade, a compaixão pelo sofrimento de nosso próximo.

Gozo: do Grego Chara. É regozijo espiritual. Felicidade no Espírito. É o amor se alegrando,mesmo diante das atribulações

Paz: do Grego Cirene Tranqüilidade intima e perfeita, independente das circunstâncias. Situação de calma interior.

Longanimidade: do Grego Makrothumia. É a tolerância, a paciência; um dos atributos de do pai eterno.

Benignidade: do Grego Chrestoles. É gentileza do espírito, excelência de caráter que trata os outros desejando-lhes o bem

Bondade: do Grego Agathosume. A verdadeira prática do bem. É o amor em ação como resultado de um coração íntegro e reto

Fé: do Grego Pistis. Confiança com fidelidade. Alguns traduzem esta palavra por fidelidade. Entretanto ambos os significados podem aqui ser adotados pelo fato de que nenhuma fidelidade é possível sem a fé. A fé distinta da fidelidade será uma fé morta

Mansidão: do Grego Pautes. Moderação que nos conserva pacíficos, serenos, sem alteração, mesmo diante de fatos desagradáveis.

Temperança: do Grego Egkrateia. É a capacidade espiritual de autocontrolar-se . É o equilíbrio, sobriedade e continência. É o "freio" de nossa. Leva-nos a controlar o nosso espírito, nossos atos e palavras.

Contra essas coisas não há lei."

A Bíblia não diz: "Pelos seus dons os conhecereis", mas: "Pelos seus frutos os conhecereis" (Lc 13.6-9). Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama 'o fruto do Espírito".

Sejamos éticos como o mestre o foi, este é o princípio da santidade que agrada ao Pai eterno .

O Evangelho em Gênesis

Uma Mensagem Completa

A grande descoberta é que a Bíblia é um sistema de mensagens, não simplesmente 66 livros escritos por 40 pessoas há milhares de anos. A
Bíblia é inteiramente coerente na sustentação da evidência de uma
direção sobrenatural, em cada detalhe.
Os rabinos judeus têm uma curiosa maneira de expressar esta idéia: dizem que não compreenderão as Escrituras até a vinda do Messias. Mas, quando
Ele vier, não somente interpretará para nós cada passagem, Ele
interpretará o verdadeiro sentido das palavras. Interpretará o exato
significado de cada uma das letras e até mesmo cada espaço entre elas!
Quando ouvi isto pela primeira vez, considerei como uma exagerada e colorida expressão, até que reli Mateus 5:17, 18:
“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.
Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido."
(Um jota e um til equivalem, no hebraico, ao ponto colocado em nosso i e o corte de um t.)
Um Exemplo
Podemos vislumbrar um exemplo extraordinário no capítulo 5 de Gênesis, onde temos a genealogia de Adão até Noé. Este é um daqueles capítulos que
freqüentemente passamos rapidamente por cima, como outros capítulos
deste livro, por considerá-los serem simplesmente uma genealogia.
Mas Deus recompensa o estudante aplicado. Examinemos este capítulo com mais atenção.
Em nossa Bíblia podemos ler os nomes transliterados do hebraico. O que estes nomes realmente significam?

Um Estudo das Raízes Originais

O significado dos nomes próprios pode ser uma busca bastante difícil, visto que uma tradução direta não é comumente oferecida. Mesmo um
dicionário léxico convencional do hebraico pode nos trazer
desapontamentos. Entretanto, um estudo das raízes originais é
gratificante para percebermos fascinantes detalhes.
(Um alerta: muitos auxiliares para o estudo, como um dicionário léxico convencional, podem ser bastante superficiais ao tratar de nomes
próprios. Alem disto, as opiniões acerca do significado das raízes
originais não estão isentas de controvérsias e variações de
interpretações.)
Tomemos um exemplo.

O Julgamento do Dilúvio

Matusalém vem de muth, uma raiz que significa "morte"; 1 e de shalach, significando trazer, ou trazer em seguida. O nome Matusalém significa, "sua morte trará" 2.
O pai de Matusalém profetizou a vinda do Grande Dilúvio, e certamente foi dito que enquanto seu filho estivesse vivo, o julgamento do dilúvio
seria contido, mas, assim que ele morresse, o dilúvio chegaria ou seria
enviado.
Você pode imaginar uma criança como ele? Toda vez que o menino pegasse um resfriado, a vizinhança toda entrando em pânico!)
E, realmente, o dilúvio veio no ano em que morreu Matusalém.3
Interessante é que a vida de Matusalém, efetivamente, é um símbolo da misericórdia divina em adiar a vinda do julgamento do dilúvio.
Portanto, é bastante significativo o tempo de vida da pessoa que mais viveu na Bíblia, apontando para a extensão da misericórdia de Deus.

Os Outros Nomes

Se o nome de Matusalém tem tão grande significado, examinemos os outros nomes para vermos o que pode estar por trás deles.

Adão

O nome de Adão significa homem. Como o primeiro homem, criado por Deus, ele era perfeito e completo.

Sete

O filho de Adão foi chamado Sete, o qual significa apontado, ou mostrado. Eva disse, "Deus me deu (mostrou, apontou) outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou”. 4

Enos

O filho de Sete foi chamado Enos, que significa mortal, fraco ou miserável. Vem da raiz anash, ser incurável, usado para tristeza, sofrimento, desgraça, doença ou perversidade.
Foi nos dias de Enos que o homem começou a corromper o nome do Deus Vivo.5
Nota do Tradutor: Veja no final deste artigo.

Cainã

O filho de Enos recebeu por nome Cainã, que significa aflição, lamentação ou desgraça. (Uma definição mais precisa é de certa maneira difícil;
algumas fontes de auxílio ao estudo infelizmente presumem que Queneu é
sinônimo de Cainã.)
Balaão, olhando dos altos de Moabe, faz um trocadilho com o nome dos Queneus, quando profetizou sua destruição. 6
Não temos uma idéia precisa de como estes nomes foram escolhidos para seus filhos. Muitas vezes estavam ligados às circunstâncias do nascimento,
etc.

Maalalel

O filho de Cainã foi Maalalel, que vem de Mahalal, que significa santo, abençoado ou glorificado; e El, o nome para Deus. Assim Maalalel significa o Santo Deus. Muitas vezes, em Hebraico, os nomes incluem El, o nome de Deus, como Dan-i-el, "Deus é meu Juiz", etc.

Jerede

O filho de Maalalel recebeu o nome de Jerede, do verbo yaradh, significando descerá. 7

Enoque

O filho de Jarede foi chamado Enoque, que significa ensino, instrução ou começo. Ele foi o primeiro de quatro gerações de pregadores. De fato, a mais antiga profecia registrada foi transmitida por Enoque, a qual
maravilhosamente trata da Segunda Vinda de Cristo (visto que é lembrado
no livro de Judas, no Novo Testamento - Jd 14, 15 ):
"E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos;
Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas
as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele."

Matusalém

Enoque foi o pai de Matusalém, como já mencionamos. Enoque andou com Deus depois de ter gerado Matusalém 8. Aparentemente, Enoque recebeu a profecia do Grande Dilúvio, que declarava que tantos anos quantos seu filho tivesse de vida, o
julgamento do dilúvio seria contido. No ano em que Matusalém morreu,
veio o dilúvio.
Enoque, certamente nunca morreu, foi trasladado 9 (ou, se você perdoará a expressão, raptado). É como Matusalém, o homem mais velho citado na
Bíblia, morreu antes de seu pai!

Lameque

O filho de Matusalém recebeu o nome de Lameque, uma raiz hoje mais evidente, significando aflição ou lamentação.
Lameque sugere ausência de esperança.
(Este nome também é ligado ao Lameque da linha de Caim, que inadvertidamente matou seu filho Tubalcaim em um acidente de caça.10)

Noé

Lameque, é claro, é o pai de Noé, nome este derivado de nacham, trazer alívio ou conforto, como o próprio Lameque explica em Gênesis 5:29.

A Composição da Lista

Vamos agora juntá-los todos:
Hebraico Português
Adão

Homem
Sete

Apontado, determinado
Enos

Mortal
Cainã

Desgraça, pena, aflição;
Maalalel

O Santo Deus
Jerede

Descerá
Enoque

Ensinando
Matusalém

Sua morte trará
Lameque

Desesperado, sem esperança
Noé

Descanso ou conforto
Isto é realmente extraordinário:
(Ao) Homem (está) determinado mortal penalidade; (mas) o Santo Deus descerá ensinando (que) Sua morte trará (ao) sem esperança, (o) descanso.
Eis aqui o Evangelho oculto na genealogia de Gênesis!
(Você nunca me convencerá que um grupo de rabinos judeus tramou a ocultação do Evangelho do Messias em uma genealogia de sua venerável Torá!)

Evidência do Propósito

A implicação desta revelação é que o propósito é mais amplamente desenvolvido do que aparenta à primeira vista.
Fica demonstrado desde os primeiros capítulos do Livro de Gênesis, que Deus já havia determinado completamente Seu plano de redenção para a grave
situação da humanidade. É uma história de amor, escrita com sangue em
uma cruz de madeira, erguida na Judéia há quase 2000 anos.
A Bíblia é um completo sistema de mensagens, o resultado de um planejamento sobrenatural. Cada número, cada nome de lugar, cada
detalhe, cada jota e til aí está para nosso aprendizado, nossa
descoberta, e nosso assombro. Verdadeiramente, nosso Deus é um Deus
impressionante.
É admirável descobrir quantas controvérsias bíblicas parecem evaporar por um simples reconhecimento da unidade e integridade destes 66 livros,
escritos por 40 escritores há mais de mil anos.
É extraordinário quantas descobertas sutis estão por trás de pequenos detalhes do texto. Alguns deles tornam-se imediatamente óbvios, com um
pequeno estudo; outros são mais técnicos e necessitam pesquisas mais
acuradas.
Muitas dessas descobertas são descritas em nosso Pacote Resumido, Beyond Coincidence (Além da Coincidência). Algumas são também destacadas em nosso recente livro The Creator Beyond Time and Space (O Criador além do Tempo e do Espaço).
Olhe atrás de cada detalhe: há descobertas a serem feitas! Deus sempre recompensa o estudante aplicado. Quais outras mensagens podem estar
ocultas nos nomes da Bíblia? Verifique!
Bibliografia:
  1. Eastman, Mark, and Missler, Chuck, The Creator Beyond Time and Space, The Word for Today, Costa Mesa CA, 1995.
  2. Jones, Alfred, Dictionary of Old Testament Proper Names, Kregel Publications, Grand Rapids MI, 1990.
  3. Kaplan, Rabbi Aryeh, The Living Torah, Maznaim Publishing Corporation, Jerusalem, 1981.
  4. Pink, Arthur W., Gleanings in Genesis, Moody Bible Institute, Chicago IL, 1922.
  5. Missler, Chuck, Beyond Coincidence (audio briefing package with notes), Koinonia House, Coeur d Alene ID, 83816, 1994.
  6. Rosenbaum, M., and Silbermann, A., Pentateuch with Onkelos's Translation (into Aramaic) and Rashi s Commentary, Silbermann Family Publishers, Jerusalem, 1973.
  7. Stedman, Ray C., The Beginnings, Word Books, Waco TX, 1978.
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1 Muth, morte, ocorre 125 vezes no Antigo Testamento.
2 Veja Pink, Jones, e Stedman na bibliografia.
3 Matusalém tinha 187 anos quando gerou Lameque, e viveu mais 782 anos. Lameque gerou Noé quando tinha 182 anos (Gênesis 5:25-28). O Dilúvio veio
no 600º ano de Noé (Gênesis 7:6, 11). 600 + 182 = 782 idade de
Lameque, o ano em que Matusalém morreu.
4 Gênesis 4:25.
5 Gênesis 4:26 é freqüentemente traduzido de forma incorreta. Targum of Onkelos:...renunciou às orações em o nome ; Targum de Jônatas:
designou seus ídolos em o nome... ; Kimchi, Rashi, e outros antigos
comentaristas judeus concordam. Jerônimo indicou que esta era a opinião
de muitos judeus de sua época. Maimônides, Comentários na Mishná
(constitui uma parte do Talmude), 1168 d.C., atribuem a origem da
idolatria aos dias de Enos.
6 Números 24:21, 23.
7 Muitas autoridades sugerem que esta pode ser uma alusão aos Filhos de Deus que desceram para corromper as filhas dos homens, resultando nos
Nefilim (Caídos) de Gênesis 6. Isto foi discutido em nosso artigo do mês
passado (janeiro de 1996), e também revisto em nosso pacote
resumido, The Flood of Noah (O Dilúvio de Noé).Gênesis 5:24.
8 Gênesis 5:21, 24.
9 Gênesis 5:24.
10 Gênesis 4:19-25; princípios rabínicos, re: Kaplan, et al.
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Nota do tradutor:
Na página 26 de The Companion Bible - Samuel Bagster and Sons Limited, London - Reprinted by permission of The Bullinger Publications Trust - 1964, 1970, 1974 - Printed in Great Britain by Lowe and Brydone (Printers) LTD, Thetford, Norfolk
com texto da Versão Autorizada de 1611, com notas críticas e explicativas e 198 apêndices, consta o seguinte no Apêndice 21 acerca de
ENOS (Gn 4:26) “...começou a invocar o nome do SENHOR.”.
... então se começou a invocar o nome do SENHOR (JEOVÁ).
Se isto se refere à adoração a Deus, não corresponde à verdade: Abel e Caim, ambos iniciaram, e seus descendentes, sem dúvida, seguiram seus
exemplos.
Na realidade, ali foi iniciada a profanação do nome de Jeová. Começaram a chamar coisas pelo nome de Jeová. Na Versão Autorizada inglesa há a sugestão “a si mesmos”, na margem. Mas, a maioria dos antigos comentaristas judeus
supre esta elipse pelas palavras “seus deuses”, sugerindo que eles
denominavam deuses as estrelas e seus ídolos, e os adoravam.
O Targum de Onkelos explica: “naqueles dias os filhos dos homens abandonaram as orações em Nome de Jeová.”
O Targum de Jônatas diz: “Aquela foi a geração em cujos dias começou o engano, fazendo eles seus próprios ídolos e os chamando pelo nome de
Jeová”.
Kimchi, Rashi, e outros antigos comentaristas judeus concordam com isto. Rashi diz: “Então houve profanação na invocação do nome de Jeová”.
Jerônimo afirma que esta era a opinião de muitos judeus, seus contemporâneos.
Maimônides, em seu Comentário na Mishná (que constitui uma parte do Talmud), ano 1168 d.C., em uma longa pesquisa sobre idolatria, mostra que considera mais provável a origem da
idolatria na época de Enos.
O nome Enos concorda com isto, pelo seu significado: fraco, débil, doente, incurável. Os filhos dos homens, como “Enos”, são assim chamados
por semelhante razão
Jó 7:17 “Que é o homem, para que tanto o engrandeças, e ponhas nele o teu coração”. Jó 15:14 “Que é o homem, para que seja puro? E o que nasce da mulher, para ser justo?”.
Sl 9:20 “Põe-os em medo, Senhor, para que saibam as nações que são formadas por meros homens.”
Sl 103:15 “Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce.”
Dn 2:43 “Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não
se mistura com o barro
.” Ver Ap 14.
Se Jônatas, o neto de Moisés, veio a ser o primeiro sacerdote idólatra em Israel (Veja Juízes 18:30), porque seria de se admirar que Enos, o neto
de Adão, tenha introduzido a idolatria na humanidade?
Além disso, que “pecado” cometeu Enoque, “o sétimo após Adão” ao profetizar, conforme Judas 14 e 15 (“E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; para fazer juízo
contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas
obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras
palavras que ímpios pecadores disseram contra ele
.”) se a pureza na adoração iniciou-se nos dias de Enos, ao invés da profanação na invocação do nome de Jeová?
Certamente esta é uma evidência suficiente de que esta profanação do nome de Jeová foi a razão pela qual Enoque profetizou juízo contra os homens.
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CRÉDITOS:
Este artigo de autoria de Chuck Missler foi publicado em fevereiro de 1996, edição de Personal UPDATE.
Nota do autor: Devido ao incomum interesse neste artigo, o revisamos e reimprimimos e para responder às inúmeras perguntas.
A página original encontra-se atualmente na www.khouse.org/update.html

Aberrações Musicais - Transformaram o santo em popular e tiraram a mensagem verdadeira.

Não é minha intenção deixar aqui uma opinião pessoal como se fosse uma revelação divina do Criador Todo-Poderoso. É uma opinião pessoal, como a maioria das coisas que escrevo. Tudo o que nos resta quando não
estamos citando diretamente as escrituras são opiniões pessoais. Algumas
opiniões pessoais são extremamente precisas sendo baseadas
completamente na Palavra, se alguma, sabedoria humana adicionada a ela.
Eu faço observações e falo sinceramente a partir dessas observações.
Algumas vezes não possuo todos os fatos e informações sobre um assunto,
embora faça todo o esforço ao meu alcance para consegui-los escrever.
Então, tenho que revisar e corrigir minhas palavras, às vezes
aprofundando o assunto, outras vezes retratando-me de algo que escrevi
ou falei. Oro para que sempre seja humilde o suficiente para faze-lo, e
então oro mais, para não cometer erros em primeiro lugar. Palavras são
poderosas e às vezes ficamos estigmatizados por algo que dissemos de
forma afobada ou por ignorância.


Gostaria de falar sobre um tema e ir muito além do que somente escrever uma crítica pungente contra as aberrações musicais. Não quero ser conhecido como um crítico musical, mas como músico, alguém precisa
ficar ao lado da verdade e se opor às mutações e perversões daquilo que é
o dom sem igual do Pai para os seus, a música. Como resultado, tenho
defendido uma posição que se contrapõe à maior parte do que é chamado de
musica "cristã", dentro do amplo espectro
da indústria musical dita "cristã".

Ainda que faça uma oposição ferrenha à maior parte do que é chamado hoje de música "cristã", não posso e não irei generalizar e colocar no mesmo patamar todos os músicos cristãos. Ouço todos os estilos de
músicas, algumas dependendo de sua letra como objetivo cristão
ignoro-as, não me empolgo com solos de guitarras ou de baterias, mas
quando você sente neles a vibração do espírito, é diferente, pois
algumas musica ao invés de me incitarem a adorar, excitam o corpo. Na
realidade, creio que todos os estilos da música cristã foram pervertidos
de alguma maneira e não consigo sentir a unção do Espírito Santo na
maioria dessas músicas. Isto não é limitado apenas à musica.
Freqüentemente vejo pregadores na televisão que desfilam no púlpito,
encenando e tendo a postura de um estilo peculiar de pregação, mas,
novamente, sem unção. Este é
outro problema generalizado.

Não sou tão ingênuo assim para acreditar que as pessoas irão ouvir alguns estilos ou um estilo de musica continuamente. O Gospel Bluegrass não inspirará nas pessoas o espírito de adoração nem o som áspero, nasal
da música Gospel Country. Eu certamente não consigo adorar ao som do
Death Metal e a música litúrgica de órgão me deprime, mas claro cada
caso sua parte, pois um índio adora ao som de tambores é tudo uma
questão de gosto pessoal e intimidade com o Pai.

Essa parece ser uma saída conveniente, mas deixe-me explicar-lhes de maneira satisfatória a minha resposta. Creio que o manto da unção foi deixado pela última geração que possuía a unção divina em sua música.
Não foi um evento repentino, que possamos apontar o dia e hora. À medida
que essa geração foi gradualmente entrando no descanso, eles
gradualmente deixaram este método. A geração seguinte falhou em
continuar este método para si; ao invés disso, fabricou um método que
era mais vibrante, mas completamente desprovido da unção. O resultado
foi que a música cristã se perverteu ao ser influenciada pela carne ao
invés do espírito. Podemos ver esse paralelo nas igrejas da moda; a
maneira como conduzem os cultos e seu ministério e a forma como moldam
sua doutrina de forma a evitar qualquer comprometimento com o Pai
Criador.

Geralmente há alguma mudança de estilo musical de geração para geração. Isto é esperado e as pessoas não deveriam ficar tão alarmadas quando isso acontece. Todavia o estilo tem mudado dramaticamente ao
longo das últimas gerações.
Embora existam alguns poucos músicos que têm escrito e executado música ungida durante esse período, creio que
se passaram pelo menos duas gerações sem que se percebesse. Como
resultado, a geração presente e a próxima geração estão trabalhando sob
uma falsa doutrina musical. Esta é a razão pela qual não posso apontar o
estilo ou estilos corretos de música para nossa geração, pois ele não
foi desenvolvido. Isto é evidenciado pelo fato de que, para cada
subcultura do mundo há uma subcultura correspondente no cristianismo,
completa com seu próprio estilo musical e imaginário. O fato que cada
uma dessas subculturas
possua um correspondente cristão indica a influência mundana ao invés da
influência divina. Não há originalidade, nem criatividade, e nenhuma
distinção nas versões cristãs. São estilos musicais simplesmente
emprestados, tomados a partir de padrões de um Sistema Mundial que foram
projetados por satanás para o
seu reino.

A cristianização desses estilos trouxe as armas que satanás criou para enganar as massas, para o próprio coração do futuro do povo santo, a saber, a sua juventude. O diabo não precisou arrombar as portas da
igreja para arredar os pequeninos. Ao invés disso, ele foi convidado,
vestido com a mais fina pele de cordeiro, e incumbido de dirigir a casa.

Existem pessoas genuinamente SIMCEROS, que são genuinamente salvas, mas que são enredadas no esquema do inimigo das almas. Por que? Porque não conhecem nada melhor. Muitos foram criados na igreja ouvindo sermões
mortos e vendo maus exemplos de liderança cristã. Os profetas calaram
as suas bocas sobre esse assunto, preferindo profetizar sobre
amenidades, no clássico espírito de Balaão. Há muitos mercenários no
púlpito, que sempre dizem "sim-senhor" para a comissão da igreja, que
não falam e não tem conhecimento nem autoridade para faze-lo.

Muitos músicos ungidos estão desperdiçando seus talentos por que não descobriram o manto caído. Escrevem canções que provém de corações devotados apenas para que produtores e intérpretes apostatados e
seculares façam alterações na letra. Embora ocasionalmente escapem
músicas com significado e unção, a maioria repousa sobre o assoalho da
sala de edição, por assim dizer, ou nunca chegam à sala de edição. Até
mesmo os corruptos representantes do Dove Awards conseguem reconhecer
uma música ungida, mesmo que freqüentemente premiem músicos demoníacos e
apostatados. Isso é uma prova que um grande número de
professos cristãos deseja ouvir musica ungida, mas os produtores e
diretores de programas, carnais e muitas vezes seculares, tomam decisões
que impedem que a música ungida seja comercializada.

Qual é a solução? Obviamente, a solução é tomar posse da unção perdida, mas primeiro essa geração precisará acha-la. Eles não encontrarão a unção nos átrios de suas companhias de música secular ou
nas companhias de música cristã que foram vendidas às mesmas corporações
que vendem sexo e violência na televisão e filmes. A onda atual de
músicos cristãos terá que descobrir o unção com os joelhos dobrados, em
total submissão ao Criador de seus talentos. O resultado será um novo
estilo musical ou estilos que não parecerão com a satânica música
mundana. Será um cristianismo distinto, ungido e poderosamente
convincente. Mais do que uma reforma, será uma revolução.

Alguns poderão dizer que o mundo não ouvirá esse tipo de música. Responderei dizendo que o mundo não assiste a filmes cristãos nem se interessa em coisa alguma que o povo do altíssimo faz. Não podemos
simplesmente ficar inventando
coisas que o mundo gosta para chamar-lhes a atenção. O que faremos, inventaremos a pornografia
"cristã" para atrair os pornográficos para a igreja? Onde terminará tal
processo? Digo que falhará todas as vezes, com o
custo de apostatar a fé. Creio que não temos dado suficiente crédito a
Criador em sua habilidade para provar a confiabilidade de Suas próprias
obras. Ele não precisa de nossas adaptações carnais de seu plano. Agindo
dessa maneira apenas diluiremos sua eficácia.

Quando o Altíssimo envia um homem, este homem é genuinamente cristão, separado e ungido. Ele nos deixou sua palavra. A Sua música costumava ter as mesmas características. Hoje é difícil encontrar um homem,
genuinamente cristão, separado e ungido. Não é anormal encontrar Sua
palavra sendo pregada misturada com elementos da Nova Era e da
psicologia pop. Até a bíblia impressa está misturada com a doutrina de
homens que imprimem seu nome na capa. Não conheço qualquer outro livro
cujo autor é substituído por nomes de pessoas que não tiveram nenhuma
participação na autoria do livro. Hoje a música perdeu toda sua
distinção e se tornou um híbrido com o espírito do mundo.

Não gosto de escrever críticas sobre a indústria de música cristã e os que nela participam e certamente não odeio a qualquer um deles. Ainda assim, críticas severas são necessárias quando as pessoas endurecem
seus corações e mentes ao Espírito Santo ou são atraídas para o engano. O
Criador está falando através de muitos para denunciar a mutação na
música e ao mesmo tempo conclamando homens e mulheres corajosos para que
procurem e tomem posse da unção musical. O resultado será uma música
nova, revigorada e ungida que
juntamente com a palavra irá reavivar o reino do nosso Pai Eterno, se é que deverá haver outro reavivamento
antes da volta do Messias. Isso será impossível sem a purificação de seu
povo escolhido. Entretanto, os jovens já desafiaram a mornidão de seus
anciãos anteriormente e isto poderá ocorrer novamente.

Que o Pai possa me perdoar se ultrapassei as fronteiras de Seu amor em meu zelo para que Sua santidade e pureza voltem para nossos corações e espiritos. Conheço meu coração, contudo compreendo que outros talvez
não entendam de onde venho. Quando lerem estas palavras escritas, que
não podem refletir de maneira real o espírito de minha alma, oro para
que os seus olhos vejam, além daquilo que possa ter lhes ofendido,
fiquem na Paz de nosso mestre o inefável.

Django

Rabi, Rabi.

A palavra no Evangelho de Mateus 23.1-16, relata que - falou à multidão e aos seus discípulos, dizendo: Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e fariseus. Amam as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens: Rabi,
Rabi.
Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a
saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos. E a ninguém na terra chameis vosso
pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus.

Nem vos chameis mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo.
O Cristo adverte com veemência para que ninguém queirais ser chamado, de Rabi,
Mestre, Pastor, porque somente Ele é digno desse tratamento e todos os demais
sois irmãos.
Sabendo Ele ainda da ousadia de muitos que almejam receber a mesma reverência
que o Criador, serem chamados de pai, evidenciou que Pai é somente o Pai que
está no céu.
A propósito, conhecem o significado das palavras “PADRE” e “PAPA”? Pois bem,
“padre” em espanhol significa pai, como “papa” na língua italiana também significa
pai. Esse título é exclusividade do Pai Criador, e jamais homem algum poderá
ambicionar receber o mesmo tratamento que Pai, mas a criatura quer se nivelar
ao seu Criador.
Temos conhecido também alguns teólogos que possuem o título de REVERENDO. Vamos
conhecer o significado dessa denominação honorífica, em pesquisa realizada nos
dicionários da língua portuguesa:
Reverendo: Digno de reverência, respeitoso.
Reverência: Respeito às coisas sagradas, veneração, acatamento,
inclinação da cabeça e do corpo em adoração a alguém.
Agora meditem na incoerência dos que possuem esse título (reverendo), se no
Livro do Apocalipse 4.11, a Palavra relata que somente o Criador Pai é digno de
reverência, adoração, honras e glórias.


O ÚNICO PASTOR
O homem ostenta o título de “pastor” fundamentado na carta aos Efésios 4.11-13,
onde a palavra diz: Ele deu uns para apóstolos, outros para evangelistas,
outros para pastores e doutores; querendo o aperfeiçoamento dos Santos para a
obra do ministério, para a edificação
do corpo de Cristo; até que cheguemos à unidade da fé, a varão perfeito, a
medida da estatura completa de Cristo.
Mas essa ordenança não é uma concessão aos pregadores para adotarem cargos
eclesiásticos, porque a palavra não está se referindo a títulos, e sim, aos
dons espirituais outorgado por Pai aos seus escolhidos para o bom desempenho da
obra do ministério, confira no texto bíblico abaixo:
I Coríntios 12.28-31: A uns pôs Pai na igreja, primeiramente, apóstolos, em
segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons
de curar, socorros, governos, variedades de línguas.
Porventura, são todos apóstolos? São todos profetas? São todos doutores?
São todos operadores de milagres?
Têm todos o dom de curar? Falam todos diversas línguas? Interpretam todos?
Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho
ainda mais excelente.
O Criador quer o aperfeiçoamento dos Santos para a obra do Ministério. É uma
exortação sobre o nível de santificação que os membros do Corpo de Cristo
precisam atingir para a obra do ministério que exercem.
Mas também está escrito (Hebreus 13.17): Obedecei aos vossos pastores e sujeitai-vos
a eles. Está corretíssimo, a referência é sobre a função exercida pelo líder da
igreja e não a títulho, o qual tem a responsabilidade de conduzir o rebanho
para o encontro com Cristo. Nós reverenciamos o Sumo Pastor, o nosso Salvador -
Cristo.
E no Evangelho de João 10.11-13, disse Cristo: Eu sou o bom Pastor, e dou a
minha vida pelas minhas ovelhas, mas o mercenário (mercenário quer dizer o que
trabalha por dinheiro, ganancioso), vê vir o lobo e foge, e o lobo as arrebata;
mas foge porque não é Pastor, é mercenário.
E ainda em João 10.16, Cristo ratificou: Ainda tenho outras ovelhas que não são
deste aprisco; também, me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e
haverá um rebanho e um Pastor.
Cristo afirma que Ele é o único Pastor, que tem outras ovelhas, mas ainda não
estão no seu aprisco e lhe convém agregá-las. E você meu irmão, está agregado
no rebanho de qual pastor? Por essa razão precisamos estar no rebanho de
Cristo, e confessar somente Ele como nosso único Pastor.
Alguns contestam dizendo que um rebanho e um Pastor só ocorrerá na vinda de
Cristo. Mas o Evangelho de Lucas 20.35, 36 revela que somos ovelhas somente
aqui na terra, porque na vida futura receberemos o galardão da vida eterna e
seremos semelhantes aos anjos do Pai.
Agora muita atenção no que refere a palavra do Criador no livro de Eclesiastes
12.11: As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos bem fixados
pelos mestres das congregações, que nos foram dadas pelo único Pastor.


O MINISTÉRIO DOS PRESBITEROS NO EVANGELHO
No Novo Testamento, sempre que a palavra menciona o dirigente da igreja como
“pastor”, está referindo-se ao cargo ou função do apascentador do rebanho. Ou
seja, a função executada pelo apascentador de ovelhas certamente é de “pastor”.
Daí, até ostentar um título que somente Cristo é digno, fica muito distante.
Porque a referência é sobre a função exercida, e não a concessão de um título
honorífico. Semelhantemente, somente os doze discípulos de Cristo receberam o
Título de Apóstolo (posteriormente Paulo substituiu aquele que se perdeu), como
também, somente Pai poderá ser tratado por Pai.
A liderança sobre as igrejas que hoje são realizadas pelos denominados “pastores”,
no Evangelho de Cristo era exercida por presbíteros e bispos (Atos 20.28, I
Timóteo 3.2, Tiago 5.14 e I Pedro 5.1-3). Porem, o homem ambicionando status,
poder, bens materiais, se esponsabilizou por essa mudança no tratamento aqueles
que exercem a atividade de liderar as igrejas denominacionais, tanto que na
carta a Tito (Tito 1.5-9), a palavra manda estabelecer Presbítero ou Bispo nas
igrejas, e ilustra o perfil desses:
Que sejam irrepreensíveis, marido de uma mulher, que tenham filhos fieis, que
sejam justos, moderados, santos, que não possam ser acusados de dissolução, que
não sejam soberbos, não dados ao vinho, nem agressivos, e nem de torpe ganância
ou ambicioso.
O que também fora ratificado no na 1ª carta de Pedro 5.1, 2, onde relata: Aos
presbíteros que estão entre vós, apascentai o rebanho do Pai, tendo cuidado
dele, não por força, mas voluntariamente, nem por torpe ganância, mas de ânimo
pronto.
A palavra do Criador ordena aos Presbíteros a apascentar o rebanho do Pai, mas
alerta-os para que sejam voluntários (Derivado da vontade própria; em que não
há doação de bens e nem retribuição pelos serviços prestados).
Outra peculiaridade na palavra, às vezes desapercebida, é justamente relacionada
a títulos aos homens santos que trabalhavam na obra do ministério, desde a
igreja primitiva.
Observem que no Novo Testamento, os únicos detentores de títulos, alem de
Cristo, o Sumo Pastor, foram apenas doze Apóstolos por Ele escolhidos,
posteriormente Paulo foi chamado em substituição Judas Iscariotes, para compor
o apostolado.
Podemos citar alguns exemplares como Lucas, Marcos, Timóteo, Tito, Filemon,
Estevão e tantos outros homens santos do Pai que tanto cooperaram com o
Evangelho de Cristo, sacrificando até a própria vida. E qual o título
eclesiástico desses irmãos? Não possuíam título algum, eram servos, pregadores
do Evangelho do Cristo.
Hoje, se vê pastores, apóstolos, reverendos, doutores, presbíteros, bispos,
anciãos, e tantos outros carregados de títulos (ungidos por homem é claro) por
todos os lados. As igrejas estão abarrotadas por esses eruditos.
Mas gostaríamos que os irmãos apontassem dentro da palavra, o nome de pelo
menos um dos homens santos do Pai, com o título de “pastor” ou qualquer outro
título que citamos, exceto aos Apóstolos que tiveram o título concedido pelo
Mestre.
Semelhantemente a mulher no púlpito ostentando títulos de pastora, bispa,
presbítera, etc., gostaríamos de saber onde está o fundamento bíblico para essa
prática?
Mas não vamos entrar nesse mérito por ser uma absolutismo fora da palavra, não
há razão para falarmos sobre esse assunto por se tratar de uma heresia, porque
à mulher, não lhes é permitido falar na igreja (I Coríntios 14.34 - I Timóteo
2.11,12).
Porem, lhes é permitido anunciar o Evangelho, mas não como líder da igreja, ou
como pregadora oficial no culto, porque na palavra, não há referência de título
para as mulheres, nem mesmo como função.

A UNÇÃO PARA O MINISTÉRIO
Estando os Apóstolos reunidos, logo após a ressurreição Cristo se apresentou entre eles (João 20.21, 22) e disse-lhes: Paz seja convosco! Assim como o Pai
me enviou, eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e
disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.
O que também ocorreu no capítulo 2 de Atos, após a ascensão de Cristo ao Trono
de Glórias do Pai. Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos
no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e
encheu toda a casa onde estavam assentados. E todos ficaram cheios do Espírito
Santo e passaram a falar em outras
línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.
Notamos que por duas vezes consecutivas Cristo manifestou-se entre os discípulos
e lhes ungiu com o Espírito Santo. Porventura não seria suficiente ungi-los uma
única vez?
Podemos enfatizar que na primeira vez que Cristo os ungiu, foi lhes ofertado o
selo da promessa do Espírito Santo para a salvação da vida eterna.
E no dia de Pentecostes, pela manifestação do Espírito Santo de Cristo, pela
segunda vez receberam a unção para a obra do ministério, tanto que receberam o
Espírito Santo, e imediatamente começaram a falar em línguas estranhas,
conforme as nações dos povos presente, iniciando naquele momento a Igreja
Primitiva de Cristo, e a maior obra de pregação
realizada na face da terra. Porque Cristo disse, eu vou, mas não vos deixarei
órfão, eis que enviarei o Espírito Santo, porque se eu não for, ele não virá.
Hoje, o próprio homem se encarrega de ungir a “pastor” o seu companheiro, e o
único requisito para receber esse título (quando muito), é ter formação
teológica, e a unção vem aleatoriamente, deixando em segundo plano a promessa
de Cristo, pela manifestação do Espírito Santo.
A palavra diz que o servo do Pai tem autoridade para ungir nos casos de enfermidade.
Ungir em nome de Cristo (Tiago 5.14), mas para a obra do ministério, somente
Pai ungirá: O que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Pai (II
Coríntios 1.21). E ainda afirma que a unção vem do Pai, e não há necessidade de
que ninguém vos ensine nada, porque a unção do Espírito Santo vos ensina todas
as coisas (I João 2.20, 27).
E no Evangelho de Lucas 4.18, disse Cristo: O Espírito do Criador é sobre mim,
pelo que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados
de coração. Notem que a unção de Cristo veio do Espírito Santo do Pai (Mateus
3.16, 17).
E na carta aos Hebreus 1.9 diz: Amaste a justiça e aborreceste a iniqüidade;
por isso Pai, o teu Pai te ungiu com óleo de alegria como a nenhum de teus
companheiros.
E no 1º Capítulo de Atos, a palavra descreve que os onze Apóstolos oraram a Pai
para escolher o sucessor de Judas Iscariotes, tendo a sorte caído sobre Matias,
o qual foi contado entre os doze.
Porem entende-se, que essa escolha e unção não foi homologada pelo Criador,
visto que em seguida, o próprio Cristo convocou Saulo (Atos 9) para compor o
Apostolado, e a palavra não citou mais o nome de Matias.

Esse exemplo é para reconhecermos que somente o Criador Pai, tem autoridade e poder para ungir os seus servos para a obra do ministério, através do seu
Espírito Santo, segundo a sua vontade. E no Evangelho de Mateus 28.19 disse
Cristo: Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai,
e do Filho, e do Espírito Santo (Edição revista e atualizada).
Portanto amados em Cristo, ao homem servo do Pai, foi limitado a autoridade
para fazer discípulos, porque apóstolos (apenas doze) somente Cristo teve
autonomia para fazer, como também a unção para a obra do ministério, Ele é quem
ungirá os chamados por seu decreto.
Salmos 23.1, define quem é o Verdadeiro Pastor: O Criador é o meu Pastor, e
nada me faltará.

Quem tem ouvidos ouça a voz do Espírito Santo do Pai.

Não se deixe enganar por ninguém. (Mateus 24:4)

Você não está acima ou abaixo de ninguém no Reino do Pai. (Mateus 23.8e9)

Você não deve se deixar enganar por ninguém. Este é uma grande e importante passagem das escrituras. O messias está predizendo algumas das coisas que vão acontecer antes que ele volte para a terra.

São elas: Guerras, rumores de guerras, fome, terremotos, etc. Ele vai adiante e diz que nós não devemos ficar preocupados ou com medo porque estas coisas devem acontecer antes que Ele volte. Mas, antes de falar sobre
tudo isso, Ele diz que aparecerão muitas pessoas afirmando serem enviados do
pai e, então, nos adverte para que nós não deixemos enganar por essas pessoas.
Logo no princípio, Adão e Eva foram expulsos do Paraíso porque eles se deixaram
enganar. Esaú perdeu o seu direito de primogenitura para Jacó porque ele se
deixou enganar. Sansão perdeu a sua força e a sua vida porque se deixou
enganar. Não permita que você seja enganado pelo pecado, por “amigos”, por
pressão da sociedade, por falsos mestres-pastores, líderes corruptos que querem
em primeiro lugar lucrar com sua estadia nos templos de pedra, tome cuidado com
as canções super-faturadas de egocentrismo, cantores megalomaníacos e tudo
aquilo que te desfia de amar o próximo. Tome cuidado para você mesmo não ser
enganado por algum falso profeta que afirma ser ENVIADO DO PAI e seus
maravilhosos jargões “D´us esta falando
meu servo, blá, blá blá” ou afirma ser um profeta iluminado.

Se alguma coisa não bate com as escrituras, então não acredite. Hoje em dia, existem mais variedades de opiniões do que havia antes. Isso é o que nós chamamos de um "sinal dos tempos" apostasia dita e
expressa. O messias está voltando. Ninguém sabe exatamente quando. Por isso,
permaneçamos juntos e não sejemos enganados! Hoje em dia existem várias
denominações (Igrejas “Templos” e doutrinas criadas pelo homem, religiões
criadas pelo o homem e sua prepotência) lembrando sempre que todas tem em seu
gens o DNA de sua mãe a grande “ICAR” Igreja Romana, fiquemos atentos, pois o
que foge dos ensinamentos do Mestre filho do inefável criador, não é dignos de
confiança. "Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai se
não for por Mim." (João 14:6)

O Pai é misericordioso, e sempre nos alerta, sobre os enganos, pois se algo que você le ou ouve lhe tirar da consciência comum e levar a reflexão e um ponto de vista único não corra atrás de conselhos humanos, peça
sabedoria ao pai (Tiago 1:5-11) , ele a dará, pois os homens falam daquilo que
lhes convém e que sempre pendem para o seu ponto de vista. Cuidado, a salvação
é individual. Não se deixe enganar.

"VEDE quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos dele. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a Ele". (I João 3:1)

Deus nos promete que os planos Dele nunca vão mudar. (Salmos 33:11)

Não se deixe enganar por ninguém. (Mateus 24:4)

Senhor!!!! Vamos estudar um pouco???

Baal (em hebraico בַּעַל) é uma palavra semítica que significa SENHOR, Lorde, Marido ou Dono (Don). Esta palavra em Hebraico é cognata de outra em acádio Bel, com o mesmo significado. A forma feminina de Baal é Baalath, o masculino plural é Baalin, e Balaoth no feminino plural. Esta palavra não tinha conotação exclusivamente religiosa, podendo ser empregada em relações pai e filhos (por exemplo)
não sendo obrigatória uma separação hierárquica.


Baal Bíblico

Comparação biblico-judaica com mitologia da região

A determinada altura na história dos antigos habitantes da zona da mesopotâmia começou a existir uma confusão relativa à identificação dos deuses. Cada lugar adorava um mesmo deus, mas com um nome diferente e
isto tudo fomentou a dificuldade de hoje em identificar a diferença
entre os deuses.
Mais tarde Baal deu origem a Beliel o qual vem grandemente referido até no novo testamento. Este personagem teve a sua origem muito anteriormente como o principe do mundo epíteto que lhe garantia uma superioridade em relação aos outros componentes da divindade desta época. Este deus era conhecido também por
Enki - O Senhor da Terra
Na Bíblia se faz referência a Baal que poderia ser um epíteto de Hadad ou Adad que era uma divindade cananéia e suméria. Um deus da fertilidade.
Este deus Adad dos sumérios viria a ser o deus Sin dos acádios mais tarde, pai da bíblica Astarte (filisteus) e do seu irmão Camos ou Camoesh. Ambos também fizeram parte da mitologia Suméria e Acaádia, como Ishtar e Shamash. Segundo Zecharia Sitchin (autoridade em cuneiforme), Baal (deus dos cananeus) era Shamash na Suméria, filho de Nannar-Sin (deus de Ur), que
em Canaã era El.

Relato bíblico

Em Canaã, os Hebreus viram no deus Baal uma ameaça especial. No Livro dos Juízes (da Bíblia Hebraica), o hebreu Gideão destrói os altares de Baal e a árvore sagrada pertencente aos Midianitas.
Mais tarde, o profeta Elias, no século IX a.C., condenou o Rei Acabe por adorar Baal.

Outros homônimos

Mica, seu filho; Reaías, seu filho; Baal, seu filho; (1 Crónicas 5:5)

Referencias bíblicas

  • Números 22:41 (Os Hebreus tinha Altares a Baal)
  • Juízes 2:13 (o povo de Israel serviram Baal e Asteroth)
  • Juízes 6:25 (Deus manda destruir o Altar de Baal)
  • 1 Reis 16:31 (Jeroboão adora Baal)
  • 1 Reis 18:19 (Desafio entre Yahweh, Baal e Asteroth)
  • 1 Reis 22:54 (Acazias adora Baal)
  • 2 Reis 10:19-28 (Jeú arma uma cilada aos sacerdotes de Baal)
  • 2 Reis 11:18 (Destruição do Templo de Baal)
  • 2 Reis 17:16 (Novamente adoração a Baal)
  • 2 Reis 23:05 (Referência aos adoradores de Baal, da Lua, do Sol e de outros planetas.)
  • 2 Crónicas 23:17 (A morte de Matã o sacerdote de Baal)
  • Jeremias 2:8 (O profeta questiona o poder dos sacerdotes de Baal e outros deuses)
  • Jeremias 7:9 (Adoração a Baal entre pecados como o furto e o assassinio?)
  • Jeremias 11
  • Jeremias 12:16 (Juras por Baal)
  • Jeremias 19:05 (Sacrificios de Crianças a Baal)
  • Jeremias 23:13 (Samaritanos Loucos profetas de Baal)
  • Jeremias 32:29 (Os caldeus adoraram Baal)
  • Jeremias 32:35 (Outra referência ao sacrificio de Crianças)
  • Oseias 2:8 (Milagre)
  • Oseias 13:1 (Efraim morre por ser culpado por Baal)
  • Sofonias 1:4 (O profeta refere-se aos idolos)
  • Romanos 11:14

RELIGIÃO

A religião deturpada e todo seu moralismo preconceituoso, que diz que o ser humano não pode pensar por si só, e definir seus ideais, seus pontos de vista suas idéias, e também naquilo que deve acreditar. Toda a obediência ao homem e seus preceitos, obediência aos dogmas e rituais, todo jugo, ordenanças impostas a força, tudo o que é opressivo e que traz em si a ganância e poder pessoal, tem origem nas religiões, a religião deturpada corrompeu a historia, como um vírus passado de geração, que em forma de parasita, que devora seu hospedeiro, mas não o mata de vez, ela vem formando doutores de leis humanas e preceitos tolos, com rotinas medíocres, que diz que se o individuo que cumprir uma rotina semanal de presença aos seus cultos (se alimentar) estará livre de condenação, isto é patético! E se não cômico.


A religião corrompida dos dias de hoje, prende e oprime o homem até a sua alma, se livrar desta opressão é uma tarefa muito difícil. Somente um encontro com o altíssimo pode quebrar esta cadeia. O homem que a ela serve ou é servido por ela, se sente afagado, ela massageia seu ego interior, e ainda mais, estimulada pela preguiça, se completa em um circulo vicioso infinito, as rotinas ditadas pelas meretrizes (religiões) deste século, que se prostituiram pelo dinheiro deste mundo e seus lideres, que viraram verdadeiros prostitutos, que se vendem por qualquer motivo ou valor, como nos primeiros séculos, onde a obediência aos poderosos era sinônimo de longevidade, hoje é sinônimo de poder, seguem o mesmo padrão, obediência as doutrinas centralistas, onde o dono do povo é o mais cara de pau e malandro.


A religião pura e imaculada, e abominação nos templos de hoje, pois depende de tempo é dinheiro, dois item que não se pode mexer, pois são sagrados. Tirar o tempo de seus lideres e mexer em seu dinheiro é uma blasfêmia, são poucos os que vivem para o templo, e muitos que vivem do templo e suas regalias, mas sempre terão ao seu lado o clero para lhes defender e morrer por eles, e seus súditos e seguidores que passaram fome, sede e frio para que eles tenham o melhor desta terra, enquanto seus súditos padecem as mais diversas necessidades, eles esbanjam fartura e poder, conheço muitos que tem piscina e carro importado, três até, e seus membros padecem necessidades.


A religião opressiva, que cultua ao deus de balaão, em que seus seguidores adoram a seus lideres, para os quais o céu é seu templo, e o inferno a pobreza, que louvam aos seus bens e que tem por objetivo a riqueza. Religião que faz o templo um grande chopping-center, onde os clientes são seus membros, os vendedores são seus lideres, o produto é o evangelho e moeda de troca, promessas de cura, onde o indivíduo assíduo não pode sair de casa com o bolso vazio, pois as cobranças são tão acaloradas e repetitivas, que chega ser uma extorsão.


A Religião proposta pelo homem é um mito, e todo mito é perigoso, e abre precedente para o preconceito, o fanatismo, o autoritarismos, sectarismo e a intolerância. Dizer que esta na religião certa, é dizer que todo o resto do mundo esta na religião errada, pois a religião é utopia, como no passado, quando Tiago sita o espelho, ao qual o homem que se contempla nele é igual ao que fica ouvindo (dias atuais) as escrituras, e não praticando-as, este de nada tem com o evangelho, ele mesmo condena a religião seguida na época dizendo: “Se alguém cuida ser religioso” o mesmo que “Se vocês querem ser religiosos” a religião em sua maioria é vã, de nada serve se não para o bel prazer do homem que a dita e segue.


A VERDADEIRA RELIGIÃO, ou seja “ Quer ser religioso?” faça isto então: Pois a religião pura e sem mácula é: VISITAR OS ÓRFÃOS E AS VIÚVAS NAS SUAS AFLIÇÕES (E O PRINCIPAL) GUARDAR-SE ISENTO DE CORRUPÇÃO. “É mole!” Por isto a verdadeira religião não é citada nos cultos de domingo ou em outro qualquer, pois é contra os princípios dos doutores da lei e dos corruptos que assolam os templos de hoje. A expressão “Saia dela povo meu” se encaixa como luva neste caso? saia das religiões, saia das garras dos lideres religiosos que vivem à custa de seu suado salário, pare de ser negligente com os órfãos e viúvas, indo atrás de lideres problemáticos e gulosos por dinheiro, levante ajude o próximo pessoalmente, não tenha preguiça, seja forte, não passe adiante um dever que é todo seu.


A religião mata. A religião deturpa. A religião machuca.

Os templos estão cheios de pessoas vazias, porque as pessoas não encontraram nas religiões o que deveriam encontrar: AMOR.
Pessoas que não encontraram reconhecimento e respeito. Pessoas que não eram importantes para a religião e por não serem importantes foram, digamos, descartadas. O mestre em todos os evangelhos, possuía um respeito pelo ser humano muito grande, jamais desprezou alguém, a não ser os RELIGIOSOS de sua época. A prostituta que lavou seus pés de lagrimas e os enxugou com seus cabelos, a mulher samaritana com sua sede, o endemoninhado gadareno com sua possessão, enfim, todos foram perdoados e libertos.


Mas porque hoje ,aqueles que se dizem seguidores do Messias, tratam as pessoas de modo oposto ao Dele? A sede de poder, a fome de gloria e o coração corrupto, têm transformado a religião em alguma coisa não desejada pelas pessoas, mas adorada pelos lideres. Porque não aprendemos com os erros da geração passada? Na verdade estamos cometendo erros maiores, porque a religião se tornou uma grande fonte de dinheiro e poder.


O corpo do messias não e formado de grandes palácios, templos ou catedrais, mas de pessoas, pessoas iguais as muitas que Ele encontrou no caminho quando caminhava pelas estradas empoeiradas de Israel. O que atrairia as pessoas ao messias, era seu imenso amor e respeito. Hoje uma grande revolução esta começando! Pessoas em todos os continentes estão buscando o Pai dentro de seus quartos fechados, pois o mestre tinha ensinado nossos irmãos a orar em seus quartos e hoje estão recebendo Dele o que Ele sempre deu: amor, compreensão e paz.


Enquanto os lideres, estão discutindo como aumentar seus ministérios, construírem andares em seus templos, aumentar suas fachadas, como aumentar suas posições, O pai continua salvando pessoas em lugares que nos nem podemos imaginar. Sim o corpo do messias continua vivo e crescendo, mas os templos dos homens, estes estão com os dias contados.


O pai eterno esta convocando seu verdadeiro povo, aqueles que não ligam se ganharão algum cargo na igreja, ou que serão reconhecidos pelo líder local, mas apenas aqueles que são tão apaixonados pelo mestre, que estão dispostos a renunciar, a morrer, a abaixar a cabeça, a chorar, para que o Nome Dele seja glorificado em toda a terra.

 De seu servo e irmão no mestre, Django

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