Aberrações Musicais - Transformaram o santo em popular e tiraram a mensagem verdadeira.

Não é minha intenção deixar aqui uma opinião pessoal como se fosse uma revelação divina do Criador Todo-Poderoso. É uma opinião pessoal, como a maioria das coisas que escrevo. Tudo o que nos resta quando não
estamos citando diretamente as escrituras são opiniões pessoais. Algumas
opiniões pessoais são extremamente precisas sendo baseadas
completamente na Palavra, se alguma, sabedoria humana adicionada a ela.
Eu faço observações e falo sinceramente a partir dessas observações.
Algumas vezes não possuo todos os fatos e informações sobre um assunto,
embora faça todo o esforço ao meu alcance para consegui-los escrever.
Então, tenho que revisar e corrigir minhas palavras, às vezes
aprofundando o assunto, outras vezes retratando-me de algo que escrevi
ou falei. Oro para que sempre seja humilde o suficiente para faze-lo, e
então oro mais, para não cometer erros em primeiro lugar. Palavras são
poderosas e às vezes ficamos estigmatizados por algo que dissemos de
forma afobada ou por ignorância.


Gostaria de falar sobre um tema e ir muito além do que somente escrever uma crítica pungente contra as aberrações musicais. Não quero ser conhecido como um crítico musical, mas como músico, alguém precisa
ficar ao lado da verdade e se opor às mutações e perversões daquilo que é
o dom sem igual do Pai para os seus, a música. Como resultado, tenho
defendido uma posição que se contrapõe à maior parte do que é chamado de
musica "cristã", dentro do amplo espectro
da indústria musical dita "cristã".

Ainda que faça uma oposição ferrenha à maior parte do que é chamado hoje de música "cristã", não posso e não irei generalizar e colocar no mesmo patamar todos os músicos cristãos. Ouço todos os estilos de
músicas, algumas dependendo de sua letra como objetivo cristão
ignoro-as, não me empolgo com solos de guitarras ou de baterias, mas
quando você sente neles a vibração do espírito, é diferente, pois
algumas musica ao invés de me incitarem a adorar, excitam o corpo. Na
realidade, creio que todos os estilos da música cristã foram pervertidos
de alguma maneira e não consigo sentir a unção do Espírito Santo na
maioria dessas músicas. Isto não é limitado apenas à musica.
Freqüentemente vejo pregadores na televisão que desfilam no púlpito,
encenando e tendo a postura de um estilo peculiar de pregação, mas,
novamente, sem unção. Este é
outro problema generalizado.

Não sou tão ingênuo assim para acreditar que as pessoas irão ouvir alguns estilos ou um estilo de musica continuamente. O Gospel Bluegrass não inspirará nas pessoas o espírito de adoração nem o som áspero, nasal
da música Gospel Country. Eu certamente não consigo adorar ao som do
Death Metal e a música litúrgica de órgão me deprime, mas claro cada
caso sua parte, pois um índio adora ao som de tambores é tudo uma
questão de gosto pessoal e intimidade com o Pai.

Essa parece ser uma saída conveniente, mas deixe-me explicar-lhes de maneira satisfatória a minha resposta. Creio que o manto da unção foi deixado pela última geração que possuía a unção divina em sua música.
Não foi um evento repentino, que possamos apontar o dia e hora. À medida
que essa geração foi gradualmente entrando no descanso, eles
gradualmente deixaram este método. A geração seguinte falhou em
continuar este método para si; ao invés disso, fabricou um método que
era mais vibrante, mas completamente desprovido da unção. O resultado
foi que a música cristã se perverteu ao ser influenciada pela carne ao
invés do espírito. Podemos ver esse paralelo nas igrejas da moda; a
maneira como conduzem os cultos e seu ministério e a forma como moldam
sua doutrina de forma a evitar qualquer comprometimento com o Pai
Criador.

Geralmente há alguma mudança de estilo musical de geração para geração. Isto é esperado e as pessoas não deveriam ficar tão alarmadas quando isso acontece. Todavia o estilo tem mudado dramaticamente ao
longo das últimas gerações.
Embora existam alguns poucos músicos que têm escrito e executado música ungida durante esse período, creio que
se passaram pelo menos duas gerações sem que se percebesse. Como
resultado, a geração presente e a próxima geração estão trabalhando sob
uma falsa doutrina musical. Esta é a razão pela qual não posso apontar o
estilo ou estilos corretos de música para nossa geração, pois ele não
foi desenvolvido. Isto é evidenciado pelo fato de que, para cada
subcultura do mundo há uma subcultura correspondente no cristianismo,
completa com seu próprio estilo musical e imaginário. O fato que cada
uma dessas subculturas
possua um correspondente cristão indica a influência mundana ao invés da
influência divina. Não há originalidade, nem criatividade, e nenhuma
distinção nas versões cristãs. São estilos musicais simplesmente
emprestados, tomados a partir de padrões de um Sistema Mundial que foram
projetados por satanás para o
seu reino.

A cristianização desses estilos trouxe as armas que satanás criou para enganar as massas, para o próprio coração do futuro do povo santo, a saber, a sua juventude. O diabo não precisou arrombar as portas da
igreja para arredar os pequeninos. Ao invés disso, ele foi convidado,
vestido com a mais fina pele de cordeiro, e incumbido de dirigir a casa.

Existem pessoas genuinamente SIMCEROS, que são genuinamente salvas, mas que são enredadas no esquema do inimigo das almas. Por que? Porque não conhecem nada melhor. Muitos foram criados na igreja ouvindo sermões
mortos e vendo maus exemplos de liderança cristã. Os profetas calaram
as suas bocas sobre esse assunto, preferindo profetizar sobre
amenidades, no clássico espírito de Balaão. Há muitos mercenários no
púlpito, que sempre dizem "sim-senhor" para a comissão da igreja, que
não falam e não tem conhecimento nem autoridade para faze-lo.

Muitos músicos ungidos estão desperdiçando seus talentos por que não descobriram o manto caído. Escrevem canções que provém de corações devotados apenas para que produtores e intérpretes apostatados e
seculares façam alterações na letra. Embora ocasionalmente escapem
músicas com significado e unção, a maioria repousa sobre o assoalho da
sala de edição, por assim dizer, ou nunca chegam à sala de edição. Até
mesmo os corruptos representantes do Dove Awards conseguem reconhecer
uma música ungida, mesmo que freqüentemente premiem músicos demoníacos e
apostatados. Isso é uma prova que um grande número de
professos cristãos deseja ouvir musica ungida, mas os produtores e
diretores de programas, carnais e muitas vezes seculares, tomam decisões
que impedem que a música ungida seja comercializada.

Qual é a solução? Obviamente, a solução é tomar posse da unção perdida, mas primeiro essa geração precisará acha-la. Eles não encontrarão a unção nos átrios de suas companhias de música secular ou
nas companhias de música cristã que foram vendidas às mesmas corporações
que vendem sexo e violência na televisão e filmes. A onda atual de
músicos cristãos terá que descobrir o unção com os joelhos dobrados, em
total submissão ao Criador de seus talentos. O resultado será um novo
estilo musical ou estilos que não parecerão com a satânica música
mundana. Será um cristianismo distinto, ungido e poderosamente
convincente. Mais do que uma reforma, será uma revolução.

Alguns poderão dizer que o mundo não ouvirá esse tipo de música. Responderei dizendo que o mundo não assiste a filmes cristãos nem se interessa em coisa alguma que o povo do altíssimo faz. Não podemos
simplesmente ficar inventando
coisas que o mundo gosta para chamar-lhes a atenção. O que faremos, inventaremos a pornografia
"cristã" para atrair os pornográficos para a igreja? Onde terminará tal
processo? Digo que falhará todas as vezes, com o
custo de apostatar a fé. Creio que não temos dado suficiente crédito a
Criador em sua habilidade para provar a confiabilidade de Suas próprias
obras. Ele não precisa de nossas adaptações carnais de seu plano. Agindo
dessa maneira apenas diluiremos sua eficácia.

Quando o Altíssimo envia um homem, este homem é genuinamente cristão, separado e ungido. Ele nos deixou sua palavra. A Sua música costumava ter as mesmas características. Hoje é difícil encontrar um homem,
genuinamente cristão, separado e ungido. Não é anormal encontrar Sua
palavra sendo pregada misturada com elementos da Nova Era e da
psicologia pop. Até a bíblia impressa está misturada com a doutrina de
homens que imprimem seu nome na capa. Não conheço qualquer outro livro
cujo autor é substituído por nomes de pessoas que não tiveram nenhuma
participação na autoria do livro. Hoje a música perdeu toda sua
distinção e se tornou um híbrido com o espírito do mundo.

Não gosto de escrever críticas sobre a indústria de música cristã e os que nela participam e certamente não odeio a qualquer um deles. Ainda assim, críticas severas são necessárias quando as pessoas endurecem
seus corações e mentes ao Espírito Santo ou são atraídas para o engano. O
Criador está falando através de muitos para denunciar a mutação na
música e ao mesmo tempo conclamando homens e mulheres corajosos para que
procurem e tomem posse da unção musical. O resultado será uma música
nova, revigorada e ungida que
juntamente com a palavra irá reavivar o reino do nosso Pai Eterno, se é que deverá haver outro reavivamento
antes da volta do Messias. Isso será impossível sem a purificação de seu
povo escolhido. Entretanto, os jovens já desafiaram a mornidão de seus
anciãos anteriormente e isto poderá ocorrer novamente.

Que o Pai possa me perdoar se ultrapassei as fronteiras de Seu amor em meu zelo para que Sua santidade e pureza voltem para nossos corações e espiritos. Conheço meu coração, contudo compreendo que outros talvez
não entendam de onde venho. Quando lerem estas palavras escritas, que
não podem refletir de maneira real o espírito de minha alma, oro para
que os seus olhos vejam, além daquilo que possa ter lhes ofendido,
fiquem na Paz de nosso mestre o inefável.

Django

Rabi, Rabi.

A palavra no Evangelho de Mateus 23.1-16, relata que - falou à multidão e aos seus discípulos, dizendo: Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e fariseus. Amam as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens: Rabi,
Rabi.
Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a
saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos. E a ninguém na terra chameis vosso
pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus.

Nem vos chameis mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo.
O Cristo adverte com veemência para que ninguém queirais ser chamado, de Rabi,
Mestre, Pastor, porque somente Ele é digno desse tratamento e todos os demais
sois irmãos.
Sabendo Ele ainda da ousadia de muitos que almejam receber a mesma reverência
que o Criador, serem chamados de pai, evidenciou que Pai é somente o Pai que
está no céu.
A propósito, conhecem o significado das palavras “PADRE” e “PAPA”? Pois bem,
“padre” em espanhol significa pai, como “papa” na língua italiana também significa
pai. Esse título é exclusividade do Pai Criador, e jamais homem algum poderá
ambicionar receber o mesmo tratamento que Pai, mas a criatura quer se nivelar
ao seu Criador.
Temos conhecido também alguns teólogos que possuem o título de REVERENDO. Vamos
conhecer o significado dessa denominação honorífica, em pesquisa realizada nos
dicionários da língua portuguesa:
Reverendo: Digno de reverência, respeitoso.
Reverência: Respeito às coisas sagradas, veneração, acatamento,
inclinação da cabeça e do corpo em adoração a alguém.
Agora meditem na incoerência dos que possuem esse título (reverendo), se no
Livro do Apocalipse 4.11, a Palavra relata que somente o Criador Pai é digno de
reverência, adoração, honras e glórias.


O ÚNICO PASTOR
O homem ostenta o título de “pastor” fundamentado na carta aos Efésios 4.11-13,
onde a palavra diz: Ele deu uns para apóstolos, outros para evangelistas,
outros para pastores e doutores; querendo o aperfeiçoamento dos Santos para a
obra do ministério, para a edificação
do corpo de Cristo; até que cheguemos à unidade da fé, a varão perfeito, a
medida da estatura completa de Cristo.
Mas essa ordenança não é uma concessão aos pregadores para adotarem cargos
eclesiásticos, porque a palavra não está se referindo a títulos, e sim, aos
dons espirituais outorgado por Pai aos seus escolhidos para o bom desempenho da
obra do ministério, confira no texto bíblico abaixo:
I Coríntios 12.28-31: A uns pôs Pai na igreja, primeiramente, apóstolos, em
segundo lugar, profetas, em terceiro, doutores, depois, milagres, depois, dons
de curar, socorros, governos, variedades de línguas.
Porventura, são todos apóstolos? São todos profetas? São todos doutores?
São todos operadores de milagres?
Têm todos o dom de curar? Falam todos diversas línguas? Interpretam todos?
Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho
ainda mais excelente.
O Criador quer o aperfeiçoamento dos Santos para a obra do Ministério. É uma
exortação sobre o nível de santificação que os membros do Corpo de Cristo
precisam atingir para a obra do ministério que exercem.
Mas também está escrito (Hebreus 13.17): Obedecei aos vossos pastores e sujeitai-vos
a eles. Está corretíssimo, a referência é sobre a função exercida pelo líder da
igreja e não a títulho, o qual tem a responsabilidade de conduzir o rebanho
para o encontro com Cristo. Nós reverenciamos o Sumo Pastor, o nosso Salvador -
Cristo.
E no Evangelho de João 10.11-13, disse Cristo: Eu sou o bom Pastor, e dou a
minha vida pelas minhas ovelhas, mas o mercenário (mercenário quer dizer o que
trabalha por dinheiro, ganancioso), vê vir o lobo e foge, e o lobo as arrebata;
mas foge porque não é Pastor, é mercenário.
E ainda em João 10.16, Cristo ratificou: Ainda tenho outras ovelhas que não são
deste aprisco; também, me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e
haverá um rebanho e um Pastor.
Cristo afirma que Ele é o único Pastor, que tem outras ovelhas, mas ainda não
estão no seu aprisco e lhe convém agregá-las. E você meu irmão, está agregado
no rebanho de qual pastor? Por essa razão precisamos estar no rebanho de
Cristo, e confessar somente Ele como nosso único Pastor.
Alguns contestam dizendo que um rebanho e um Pastor só ocorrerá na vinda de
Cristo. Mas o Evangelho de Lucas 20.35, 36 revela que somos ovelhas somente
aqui na terra, porque na vida futura receberemos o galardão da vida eterna e
seremos semelhantes aos anjos do Pai.
Agora muita atenção no que refere a palavra do Criador no livro de Eclesiastes
12.11: As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos bem fixados
pelos mestres das congregações, que nos foram dadas pelo único Pastor.


O MINISTÉRIO DOS PRESBITEROS NO EVANGELHO
No Novo Testamento, sempre que a palavra menciona o dirigente da igreja como
“pastor”, está referindo-se ao cargo ou função do apascentador do rebanho. Ou
seja, a função executada pelo apascentador de ovelhas certamente é de “pastor”.
Daí, até ostentar um título que somente Cristo é digno, fica muito distante.
Porque a referência é sobre a função exercida, e não a concessão de um título
honorífico. Semelhantemente, somente os doze discípulos de Cristo receberam o
Título de Apóstolo (posteriormente Paulo substituiu aquele que se perdeu), como
também, somente Pai poderá ser tratado por Pai.
A liderança sobre as igrejas que hoje são realizadas pelos denominados “pastores”,
no Evangelho de Cristo era exercida por presbíteros e bispos (Atos 20.28, I
Timóteo 3.2, Tiago 5.14 e I Pedro 5.1-3). Porem, o homem ambicionando status,
poder, bens materiais, se esponsabilizou por essa mudança no tratamento aqueles
que exercem a atividade de liderar as igrejas denominacionais, tanto que na
carta a Tito (Tito 1.5-9), a palavra manda estabelecer Presbítero ou Bispo nas
igrejas, e ilustra o perfil desses:
Que sejam irrepreensíveis, marido de uma mulher, que tenham filhos fieis, que
sejam justos, moderados, santos, que não possam ser acusados de dissolução, que
não sejam soberbos, não dados ao vinho, nem agressivos, e nem de torpe ganância
ou ambicioso.
O que também fora ratificado no na 1ª carta de Pedro 5.1, 2, onde relata: Aos
presbíteros que estão entre vós, apascentai o rebanho do Pai, tendo cuidado
dele, não por força, mas voluntariamente, nem por torpe ganância, mas de ânimo
pronto.
A palavra do Criador ordena aos Presbíteros a apascentar o rebanho do Pai, mas
alerta-os para que sejam voluntários (Derivado da vontade própria; em que não
há doação de bens e nem retribuição pelos serviços prestados).
Outra peculiaridade na palavra, às vezes desapercebida, é justamente relacionada
a títulos aos homens santos que trabalhavam na obra do ministério, desde a
igreja primitiva.
Observem que no Novo Testamento, os únicos detentores de títulos, alem de
Cristo, o Sumo Pastor, foram apenas doze Apóstolos por Ele escolhidos,
posteriormente Paulo foi chamado em substituição Judas Iscariotes, para compor
o apostolado.
Podemos citar alguns exemplares como Lucas, Marcos, Timóteo, Tito, Filemon,
Estevão e tantos outros homens santos do Pai que tanto cooperaram com o
Evangelho de Cristo, sacrificando até a própria vida. E qual o título
eclesiástico desses irmãos? Não possuíam título algum, eram servos, pregadores
do Evangelho do Cristo.
Hoje, se vê pastores, apóstolos, reverendos, doutores, presbíteros, bispos,
anciãos, e tantos outros carregados de títulos (ungidos por homem é claro) por
todos os lados. As igrejas estão abarrotadas por esses eruditos.
Mas gostaríamos que os irmãos apontassem dentro da palavra, o nome de pelo
menos um dos homens santos do Pai, com o título de “pastor” ou qualquer outro
título que citamos, exceto aos Apóstolos que tiveram o título concedido pelo
Mestre.
Semelhantemente a mulher no púlpito ostentando títulos de pastora, bispa,
presbítera, etc., gostaríamos de saber onde está o fundamento bíblico para essa
prática?
Mas não vamos entrar nesse mérito por ser uma absolutismo fora da palavra, não
há razão para falarmos sobre esse assunto por se tratar de uma heresia, porque
à mulher, não lhes é permitido falar na igreja (I Coríntios 14.34 - I Timóteo
2.11,12).
Porem, lhes é permitido anunciar o Evangelho, mas não como líder da igreja, ou
como pregadora oficial no culto, porque na palavra, não há referência de título
para as mulheres, nem mesmo como função.

A UNÇÃO PARA O MINISTÉRIO
Estando os Apóstolos reunidos, logo após a ressurreição Cristo se apresentou entre eles (João 20.21, 22) e disse-lhes: Paz seja convosco! Assim como o Pai
me enviou, eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e
disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.
O que também ocorreu no capítulo 2 de Atos, após a ascensão de Cristo ao Trono
de Glórias do Pai. Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos
no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e
encheu toda a casa onde estavam assentados. E todos ficaram cheios do Espírito
Santo e passaram a falar em outras
línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.
Notamos que por duas vezes consecutivas Cristo manifestou-se entre os discípulos
e lhes ungiu com o Espírito Santo. Porventura não seria suficiente ungi-los uma
única vez?
Podemos enfatizar que na primeira vez que Cristo os ungiu, foi lhes ofertado o
selo da promessa do Espírito Santo para a salvação da vida eterna.
E no dia de Pentecostes, pela manifestação do Espírito Santo de Cristo, pela
segunda vez receberam a unção para a obra do ministério, tanto que receberam o
Espírito Santo, e imediatamente começaram a falar em línguas estranhas,
conforme as nações dos povos presente, iniciando naquele momento a Igreja
Primitiva de Cristo, e a maior obra de pregação
realizada na face da terra. Porque Cristo disse, eu vou, mas não vos deixarei
órfão, eis que enviarei o Espírito Santo, porque se eu não for, ele não virá.
Hoje, o próprio homem se encarrega de ungir a “pastor” o seu companheiro, e o
único requisito para receber esse título (quando muito), é ter formação
teológica, e a unção vem aleatoriamente, deixando em segundo plano a promessa
de Cristo, pela manifestação do Espírito Santo.
A palavra diz que o servo do Pai tem autoridade para ungir nos casos de enfermidade.
Ungir em nome de Cristo (Tiago 5.14), mas para a obra do ministério, somente
Pai ungirá: O que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Pai (II
Coríntios 1.21). E ainda afirma que a unção vem do Pai, e não há necessidade de
que ninguém vos ensine nada, porque a unção do Espírito Santo vos ensina todas
as coisas (I João 2.20, 27).
E no Evangelho de Lucas 4.18, disse Cristo: O Espírito do Criador é sobre mim,
pelo que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados
de coração. Notem que a unção de Cristo veio do Espírito Santo do Pai (Mateus
3.16, 17).
E na carta aos Hebreus 1.9 diz: Amaste a justiça e aborreceste a iniqüidade;
por isso Pai, o teu Pai te ungiu com óleo de alegria como a nenhum de teus
companheiros.
E no 1º Capítulo de Atos, a palavra descreve que os onze Apóstolos oraram a Pai
para escolher o sucessor de Judas Iscariotes, tendo a sorte caído sobre Matias,
o qual foi contado entre os doze.
Porem entende-se, que essa escolha e unção não foi homologada pelo Criador,
visto que em seguida, o próprio Cristo convocou Saulo (Atos 9) para compor o
Apostolado, e a palavra não citou mais o nome de Matias.

Esse exemplo é para reconhecermos que somente o Criador Pai, tem autoridade e poder para ungir os seus servos para a obra do ministério, através do seu
Espírito Santo, segundo a sua vontade. E no Evangelho de Mateus 28.19 disse
Cristo: Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai,
e do Filho, e do Espírito Santo (Edição revista e atualizada).
Portanto amados em Cristo, ao homem servo do Pai, foi limitado a autoridade
para fazer discípulos, porque apóstolos (apenas doze) somente Cristo teve
autonomia para fazer, como também a unção para a obra do ministério, Ele é quem
ungirá os chamados por seu decreto.
Salmos 23.1, define quem é o Verdadeiro Pastor: O Criador é o meu Pastor, e
nada me faltará.

Quem tem ouvidos ouça a voz do Espírito Santo do Pai.

Não se deixe enganar por ninguém. (Mateus 24:4)

Você não está acima ou abaixo de ninguém no Reino do Pai. (Mateus 23.8e9)

Você não deve se deixar enganar por ninguém. Este é uma grande e importante passagem das escrituras. O messias está predizendo algumas das coisas que vão acontecer antes que ele volte para a terra.

São elas: Guerras, rumores de guerras, fome, terremotos, etc. Ele vai adiante e diz que nós não devemos ficar preocupados ou com medo porque estas coisas devem acontecer antes que Ele volte. Mas, antes de falar sobre
tudo isso, Ele diz que aparecerão muitas pessoas afirmando serem enviados do
pai e, então, nos adverte para que nós não deixemos enganar por essas pessoas.
Logo no princípio, Adão e Eva foram expulsos do Paraíso porque eles se deixaram
enganar. Esaú perdeu o seu direito de primogenitura para Jacó porque ele se
deixou enganar. Sansão perdeu a sua força e a sua vida porque se deixou
enganar. Não permita que você seja enganado pelo pecado, por “amigos”, por
pressão da sociedade, por falsos mestres-pastores, líderes corruptos que querem
em primeiro lugar lucrar com sua estadia nos templos de pedra, tome cuidado com
as canções super-faturadas de egocentrismo, cantores megalomaníacos e tudo
aquilo que te desfia de amar o próximo. Tome cuidado para você mesmo não ser
enganado por algum falso profeta que afirma ser ENVIADO DO PAI e seus
maravilhosos jargões “D´us esta falando
meu servo, blá, blá blá” ou afirma ser um profeta iluminado.

Se alguma coisa não bate com as escrituras, então não acredite. Hoje em dia, existem mais variedades de opiniões do que havia antes. Isso é o que nós chamamos de um "sinal dos tempos" apostasia dita e
expressa. O messias está voltando. Ninguém sabe exatamente quando. Por isso,
permaneçamos juntos e não sejemos enganados! Hoje em dia existem várias
denominações (Igrejas “Templos” e doutrinas criadas pelo homem, religiões
criadas pelo o homem e sua prepotência) lembrando sempre que todas tem em seu
gens o DNA de sua mãe a grande “ICAR” Igreja Romana, fiquemos atentos, pois o
que foge dos ensinamentos do Mestre filho do inefável criador, não é dignos de
confiança. "Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai se
não for por Mim." (João 14:6)

O Pai é misericordioso, e sempre nos alerta, sobre os enganos, pois se algo que você le ou ouve lhe tirar da consciência comum e levar a reflexão e um ponto de vista único não corra atrás de conselhos humanos, peça
sabedoria ao pai (Tiago 1:5-11) , ele a dará, pois os homens falam daquilo que
lhes convém e que sempre pendem para o seu ponto de vista. Cuidado, a salvação
é individual. Não se deixe enganar.

"VEDE quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos dele. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a Ele". (I João 3:1)

Deus nos promete que os planos Dele nunca vão mudar. (Salmos 33:11)

Não se deixe enganar por ninguém. (Mateus 24:4)

Senhor!!!! Vamos estudar um pouco???

Baal (em hebraico בַּעַל) é uma palavra semítica que significa SENHOR, Lorde, Marido ou Dono (Don). Esta palavra em Hebraico é cognata de outra em acádio Bel, com o mesmo significado. A forma feminina de Baal é Baalath, o masculino plural é Baalin, e Balaoth no feminino plural. Esta palavra não tinha conotação exclusivamente religiosa, podendo ser empregada em relações pai e filhos (por exemplo)
não sendo obrigatória uma separação hierárquica.


Baal Bíblico

Comparação biblico-judaica com mitologia da região

A determinada altura na história dos antigos habitantes da zona da mesopotâmia começou a existir uma confusão relativa à identificação dos deuses. Cada lugar adorava um mesmo deus, mas com um nome diferente e
isto tudo fomentou a dificuldade de hoje em identificar a diferença
entre os deuses.
Mais tarde Baal deu origem a Beliel o qual vem grandemente referido até no novo testamento. Este personagem teve a sua origem muito anteriormente como o principe do mundo epíteto que lhe garantia uma superioridade em relação aos outros componentes da divindade desta época. Este deus era conhecido também por
Enki - O Senhor da Terra
Na Bíblia se faz referência a Baal que poderia ser um epíteto de Hadad ou Adad que era uma divindade cananéia e suméria. Um deus da fertilidade.
Este deus Adad dos sumérios viria a ser o deus Sin dos acádios mais tarde, pai da bíblica Astarte (filisteus) e do seu irmão Camos ou Camoesh. Ambos também fizeram parte da mitologia Suméria e Acaádia, como Ishtar e Shamash. Segundo Zecharia Sitchin (autoridade em cuneiforme), Baal (deus dos cananeus) era Shamash na Suméria, filho de Nannar-Sin (deus de Ur), que
em Canaã era El.

Relato bíblico

Em Canaã, os Hebreus viram no deus Baal uma ameaça especial. No Livro dos Juízes (da Bíblia Hebraica), o hebreu Gideão destrói os altares de Baal e a árvore sagrada pertencente aos Midianitas.
Mais tarde, o profeta Elias, no século IX a.C., condenou o Rei Acabe por adorar Baal.

Outros homônimos

Mica, seu filho; Reaías, seu filho; Baal, seu filho; (1 Crónicas 5:5)

Referencias bíblicas

  • Números 22:41 (Os Hebreus tinha Altares a Baal)
  • Juízes 2:13 (o povo de Israel serviram Baal e Asteroth)
  • Juízes 6:25 (Deus manda destruir o Altar de Baal)
  • 1 Reis 16:31 (Jeroboão adora Baal)
  • 1 Reis 18:19 (Desafio entre Yahweh, Baal e Asteroth)
  • 1 Reis 22:54 (Acazias adora Baal)
  • 2 Reis 10:19-28 (Jeú arma uma cilada aos sacerdotes de Baal)
  • 2 Reis 11:18 (Destruição do Templo de Baal)
  • 2 Reis 17:16 (Novamente adoração a Baal)
  • 2 Reis 23:05 (Referência aos adoradores de Baal, da Lua, do Sol e de outros planetas.)
  • 2 Crónicas 23:17 (A morte de Matã o sacerdote de Baal)
  • Jeremias 2:8 (O profeta questiona o poder dos sacerdotes de Baal e outros deuses)
  • Jeremias 7:9 (Adoração a Baal entre pecados como o furto e o assassinio?)
  • Jeremias 11
  • Jeremias 12:16 (Juras por Baal)
  • Jeremias 19:05 (Sacrificios de Crianças a Baal)
  • Jeremias 23:13 (Samaritanos Loucos profetas de Baal)
  • Jeremias 32:29 (Os caldeus adoraram Baal)
  • Jeremias 32:35 (Outra referência ao sacrificio de Crianças)
  • Oseias 2:8 (Milagre)
  • Oseias 13:1 (Efraim morre por ser culpado por Baal)
  • Sofonias 1:4 (O profeta refere-se aos idolos)
  • Romanos 11:14

RELIGIÃO

A religião deturpada e todo seu moralismo preconceituoso, que diz que o ser humano não pode pensar por si só, e definir seus ideais, seus pontos de vista suas idéias, e também naquilo que deve acreditar. Toda a obediência ao homem e seus preceitos, obediência aos dogmas e rituais, todo jugo, ordenanças impostas a força, tudo o que é opressivo e que traz em si a ganância e poder pessoal, tem origem nas religiões, a religião deturpada corrompeu a historia, como um vírus passado de geração, que em forma de parasita, que devora seu hospedeiro, mas não o mata de vez, ela vem formando doutores de leis humanas e preceitos tolos, com rotinas medíocres, que diz que se o individuo que cumprir uma rotina semanal de presença aos seus cultos (se alimentar) estará livre de condenação, isto é patético! E se não cômico.


A religião corrompida dos dias de hoje, prende e oprime o homem até a sua alma, se livrar desta opressão é uma tarefa muito difícil. Somente um encontro com o altíssimo pode quebrar esta cadeia. O homem que a ela serve ou é servido por ela, se sente afagado, ela massageia seu ego interior, e ainda mais, estimulada pela preguiça, se completa em um circulo vicioso infinito, as rotinas ditadas pelas meretrizes (religiões) deste século, que se prostituiram pelo dinheiro deste mundo e seus lideres, que viraram verdadeiros prostitutos, que se vendem por qualquer motivo ou valor, como nos primeiros séculos, onde a obediência aos poderosos era sinônimo de longevidade, hoje é sinônimo de poder, seguem o mesmo padrão, obediência as doutrinas centralistas, onde o dono do povo é o mais cara de pau e malandro.


A religião pura e imaculada, e abominação nos templos de hoje, pois depende de tempo é dinheiro, dois item que não se pode mexer, pois são sagrados. Tirar o tempo de seus lideres e mexer em seu dinheiro é uma blasfêmia, são poucos os que vivem para o templo, e muitos que vivem do templo e suas regalias, mas sempre terão ao seu lado o clero para lhes defender e morrer por eles, e seus súditos e seguidores que passaram fome, sede e frio para que eles tenham o melhor desta terra, enquanto seus súditos padecem as mais diversas necessidades, eles esbanjam fartura e poder, conheço muitos que tem piscina e carro importado, três até, e seus membros padecem necessidades.


A religião opressiva, que cultua ao deus de balaão, em que seus seguidores adoram a seus lideres, para os quais o céu é seu templo, e o inferno a pobreza, que louvam aos seus bens e que tem por objetivo a riqueza. Religião que faz o templo um grande chopping-center, onde os clientes são seus membros, os vendedores são seus lideres, o produto é o evangelho e moeda de troca, promessas de cura, onde o indivíduo assíduo não pode sair de casa com o bolso vazio, pois as cobranças são tão acaloradas e repetitivas, que chega ser uma extorsão.


A Religião proposta pelo homem é um mito, e todo mito é perigoso, e abre precedente para o preconceito, o fanatismo, o autoritarismos, sectarismo e a intolerância. Dizer que esta na religião certa, é dizer que todo o resto do mundo esta na religião errada, pois a religião é utopia, como no passado, quando Tiago sita o espelho, ao qual o homem que se contempla nele é igual ao que fica ouvindo (dias atuais) as escrituras, e não praticando-as, este de nada tem com o evangelho, ele mesmo condena a religião seguida na época dizendo: “Se alguém cuida ser religioso” o mesmo que “Se vocês querem ser religiosos” a religião em sua maioria é vã, de nada serve se não para o bel prazer do homem que a dita e segue.


A VERDADEIRA RELIGIÃO, ou seja “ Quer ser religioso?” faça isto então: Pois a religião pura e sem mácula é: VISITAR OS ÓRFÃOS E AS VIÚVAS NAS SUAS AFLIÇÕES (E O PRINCIPAL) GUARDAR-SE ISENTO DE CORRUPÇÃO. “É mole!” Por isto a verdadeira religião não é citada nos cultos de domingo ou em outro qualquer, pois é contra os princípios dos doutores da lei e dos corruptos que assolam os templos de hoje. A expressão “Saia dela povo meu” se encaixa como luva neste caso? saia das religiões, saia das garras dos lideres religiosos que vivem à custa de seu suado salário, pare de ser negligente com os órfãos e viúvas, indo atrás de lideres problemáticos e gulosos por dinheiro, levante ajude o próximo pessoalmente, não tenha preguiça, seja forte, não passe adiante um dever que é todo seu.


A religião mata. A religião deturpa. A religião machuca.

Os templos estão cheios de pessoas vazias, porque as pessoas não encontraram nas religiões o que deveriam encontrar: AMOR.
Pessoas que não encontraram reconhecimento e respeito. Pessoas que não eram importantes para a religião e por não serem importantes foram, digamos, descartadas. O mestre em todos os evangelhos, possuía um respeito pelo ser humano muito grande, jamais desprezou alguém, a não ser os RELIGIOSOS de sua época. A prostituta que lavou seus pés de lagrimas e os enxugou com seus cabelos, a mulher samaritana com sua sede, o endemoninhado gadareno com sua possessão, enfim, todos foram perdoados e libertos.


Mas porque hoje ,aqueles que se dizem seguidores do Messias, tratam as pessoas de modo oposto ao Dele? A sede de poder, a fome de gloria e o coração corrupto, têm transformado a religião em alguma coisa não desejada pelas pessoas, mas adorada pelos lideres. Porque não aprendemos com os erros da geração passada? Na verdade estamos cometendo erros maiores, porque a religião se tornou uma grande fonte de dinheiro e poder.


O corpo do messias não e formado de grandes palácios, templos ou catedrais, mas de pessoas, pessoas iguais as muitas que Ele encontrou no caminho quando caminhava pelas estradas empoeiradas de Israel. O que atrairia as pessoas ao messias, era seu imenso amor e respeito. Hoje uma grande revolução esta começando! Pessoas em todos os continentes estão buscando o Pai dentro de seus quartos fechados, pois o mestre tinha ensinado nossos irmãos a orar em seus quartos e hoje estão recebendo Dele o que Ele sempre deu: amor, compreensão e paz.


Enquanto os lideres, estão discutindo como aumentar seus ministérios, construírem andares em seus templos, aumentar suas fachadas, como aumentar suas posições, O pai continua salvando pessoas em lugares que nos nem podemos imaginar. Sim o corpo do messias continua vivo e crescendo, mas os templos dos homens, estes estão com os dias contados.


O pai eterno esta convocando seu verdadeiro povo, aqueles que não ligam se ganharão algum cargo na igreja, ou que serão reconhecidos pelo líder local, mas apenas aqueles que são tão apaixonados pelo mestre, que estão dispostos a renunciar, a morrer, a abaixar a cabeça, a chorar, para que o Nome Dele seja glorificado em toda a terra.

 De seu servo e irmão no mestre, Django

VEM PARA FORA!.

"...mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor do Pai está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado." (Romanos 5:3-5)

Parece um pouco incoerente pensar em glória em meio às tribulações, para alguns, a tribulação pode produzir qualquer outra coisa (medo, desespero...) menos paciência, mas devemos lembrar sempre que os padrões do altíssimo são completamente distintos dos padrões deste mundo, desta forma, o que antes podia ser visto como incoerente pode, perfeitamente, resultar em uma doce esperança. E assim é a esperança, a certeza do algo a mais; do sonho prestes a se tornar realidade; é encontrar forças quando estas não mais existem; é poder acordar e declarar que hoje será um novo dia;

Isso me faz lembrar de uma família, Marta, Maria e Lázaro (João 11:1-45). Marta e Maria viviam um momento de profunda dor, seu irmão Lázaro havia falecido, mas em meio à tanta angústia existia uma certeza: Se o messias estivesse presente, seu irmão não teria morrido. O mestre estava em uma outra cidade quando soube da notícia, depois ele foi ao encontro daquela família. Já havia quatro dias que Lázaro estava na sepultura, mas isso não impediu que o mestre operasse aquele milagre, e com uma palavra, "Lázaro, vem para fora", a morte teve que ceder o seu lugar para vida, e Lázaro ressuscitou.

Às vezes podemos passar por situações semelhantes, não morte física, (mas se for o caso, se o Pai assim o quiser, esse milagre também pode acontecer), mas morte de sonhos, metas... passa-se o tempo e as circunstâncias vão ditando o ritmo das nossas decisões, e nisso vamos abandonando, esquecendo... matando aquilo que, naquele momento, tanto acreditávamos ser o ideal para nossas vidas. Mas nunca é tarde para recomeçar, devemos nos encher desta esperança que vem dele, pois o seu amor já foi derramado, e sempre crer e lembrar que não importa o que passou ou quão ruim seja a nossa situação, basta uma Palavra dele: Sonhos, planos, cura, milagre...

VEM PARA FORA!!!" Quando Ele fala as coisas acontecem, os obstáculos são removidos, as forças renovadas, a alegria é restaurada, a fé fortalecida... Um outro detalhe interessante é que o mestre chamou o nome de Lázaro, claro, se Ele falasse só "sai para fora" todos os mortos ali resuscitariam (kkkk, que cena!!!), mas o que me chama a atenção é que Lázaro saiu porque ele sabia quem o chamava, isso me mostra que existia uma intimidade, um relacionamento, não era qualquer voz, mas sim A voz, e ele sabia disso.

Por isso lemos em João 10:4: "E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz." Elas O seguem porque confiam totalmente no seu direcionamento, O conhecem porque não estão... confusas. Isto me leva a uma pergunta: "A que tipo de voz temos dado ouvidos?" de um outro post que lhes enviei. São tantas vozes lançadas pelo mundo: Você não vai conseguir, As coisas só vão piorar, Não dá mais, Acabou, seu marido vai fazer o que agora, você não sabe fazer nada e ai vai.

Afinal, o que nos diz a Palavra: "a esperança não traz confusão!" Mas para que possamos descansar e usufruir desta esperança devemos conhecê-lo primeiro, "porquanto o amor do Pai está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado." O que tem sido derramado em nossos corações nesses dias? Insegurança? Frustração? Vamos prosseguir firmes SIM, sempre declarando o milagre, pois o Seu amor já foi derramado, a nossa dívida já foi paga pelo Messias, então não há o que temer! Vamos nos encher desta esperança que vem dele, estar atentos à Sua voz, pois à qualquer momento vamos escutar o Seus comando: Milagre sobre a vida do, (pense no seu nome!), VEM PARA FORA!.

Não desanime, tenha no seu coração que "basta uma Palavra dele" e o milagre acontece, seja, sonho se tornando realidade, ou planos sendo concretizados, ou até mesmo tão desejadas cura sendo alcançadas, nele, tudo é possível.

Que a Sua Palavra, nestes próximos dias, seja a única voz que venha ao nosso encontro, que a esperança nele afaste de nós toda confusão, assim, ao ouvirmos a sua voz, poderemos ver o nosso milagre se tornando uma realidade.

Pois os dias que sobrevirão serão, difíceis para os que não tem o barco que é o messias o porto ficara cada vez mais, distante, mas para os que entregarem sua nau, ao mestre chegaram ao porto seguro.

Fiquem na Paz do Eterno, e amem uns aos outros com amor verdadeiro.

Django

Quem é o meu próximo?

"Ele, porém, querendo justificar-se a si mesmo (Fariseus), disse ao Mestre: E quem é o meu próximo?"
(Lucas, 10:29)

Vivemos numa sociedade onde não há verdadeiramente misericórdia, onde o fracassado e inútil é desprezado, onde a competitividade tem levado o homem a passar por cima de princípios, onde os fins muitas vezes
parecem justificar os meios. Neste contexto a verdade raramente é respeitada, e
os homens são conduzidos a um mundo de ilusões, sonhos, aparência e hipocrisia.

Quem é o teu próximo?

Na maioria das vezes decidimos por nos mesmos nomear aqueles que se encaixam neste contesto de proximidade, julgamos por nos mesmos a quem devemos ajudar, de antemão fazemos nossa acepção pessoal e como quem engana a si próprio, somos ludibriados pela
nossa insensatez, de achar que nosso próximo é aquele que nos servirá em algo
de valor ou se tiraremos proveito desta situação de ajuda.

A parábola do Bom Samaritano para muitos, não passa de uma fábula uma bela história, meras conjecturas que não condizem com a realidade cotidiana dos tempos atuais e sim um lindo sonho de uma realidade distante só
servindo para leitura esporádica e para ser pregada em cultos onde os apelos
emotivos levam os ouvintes a se doarem
de maneira a contribuírem financeiramente.

Quem é o samaritano?
Veja o relato do mestre a respeito do samaritano do judeu moribundo, que foi ignorado pelos lideres de sua época e pelos que recebiam os dízimos [Números
18] o Levita, veja (Lucas, 10:29) “Entretanto, dentro em pouco surge um samaritano
(Rival - Inimigo) que, vendo-o naquele estado deplorável, moveu-se de íntima
compaixão e, descendo de sua cavalgadura (desceu de um posto maior), levou-o a
uma hospedaria, onde continuou a cuidar dele”.

Quem é o teu próximo? Pense nos teus colegas de trabalho, amigos, parentes, filhos, pais, parecem ser o teu próximo? Ou são queridos por você? O teu próximo é muito mais que aqueles que estão contigo todos os dias. Ter a
visão do mestre a respeito de quem é teu próximo é ver além das fronteiras de
nossa amorosidade ou relação de intimidade com alguém que já é querido por nós,
ajudar ao PRÓXIMO não é somente um ato de caridade, mas sim um ato de submissão
e acima de tudo de amor, mas que ultrapassa as barreiras de nossa relação consanguínea
ou de amizades.

Você ama seu próximo? ou melhor, você ama seus rivais ou mesmo seus inimigos? Pois bem não seja então contato entre os lideres religiosos que passam ao largo do moribundo ou os que recebem dízimos “rico Levita
do caminho” que também da mesma forma se esquiva do moribundo, mas seja um bom
samaritano dos tempos atuais que não se importa em descer de onde se encontra ou
com questões políticas, religiosas, financeiras ou qualquer outra que possa vir
a impedir a boa ação para afastá-lo de fazer em você manifestado a graça do Pai?
Como está escrito: “tendo cuidado de que ninguém se prive da graça do Pai” (Heb12:15).

O Pai nos concedeu sermos suas testemunhas, aqueles que, vivendo a verdade e praticando as obras da justiça, podemos revelar ao mundo a graça salvadora, redentora do nosso amado Messias e Mestre. Muitos seguidores
do Messias têm agido na direção oposta, e através do seu mal testemunho, não
amando o seu próximo como a Ele próprio o caminho da verdade tem sido
blasfemado.

À medida que você manifesta a glória do Pai, os homens irão te testar, te confrontar, dizer que você é fanático, louco, radical, tolo, mas no fundo eles terão um prazer de saber alguém foi capaz de acreditar, alguém
está caminhando na direção da virtude e da honra. E, um dia, quando finalmente o
Pai se revelar a eles, certamente irão glorificar ao Pai pela tua vida, pelo
teu corajoso testemunho, pela constância e consistência, porque pelo teu
exemplo de vida, alguém caminhou para a verdade. E a verdade é o Salvador o
Messias Emanuel. Não há outro caminho.

Ele pagou um alto preço para nos reconciliar com o Pai. Sejamos testemunhas fiéis do Mestre, e assim estaremos amando o Pai acima de todas as coisas, e amando o nosso próximo como a nós mesmos.

Mas há um gemido no coração do homem: “Porque a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos do altíssimo.” (Rom 8:19). O homem anseia pela manifestação do glorioso, do eterno, do invisível,
do indevassável; o homem anseia pelo seu criador, há um vazio no coração do
homem que somente o Pai pode preencher. Apesar de agir mal, de pecar e se
afeiçoar pela corrupção, o homem tem uma centelha divina dentro de si que
procura a resposta.

Amemo-nos com amor verdadeiro, pois o amor constrói vidas, o mal tem em si o ódio que gera morte, se você não ama o próximo a quem vê como pode amar ao Pai a quem não viu, e quem é teu próximo? Reflita busque o teu próximo
não na agenda de amigos ou parentes, mas nos rascunhos que jogastes no lixo,
ame sinceramente como o Mestre amou aos que o maltrataram, não seja hipócrita
como foram os fariseus que bendiziam aos que os bendiziam, e maldiziam aos que
os maldiziam, reflita novamente e veja se esta imitando o mestre ou aos
fariseus, pois o homem propende facilmente para o lado oposto ao bem, ore pelos
seus inimigos, trabalhe para que eles se convertam de seus maus caminhos,
perdoe-os ajude-os, mesmo que para isto tenhas que carregá-lo e gastar com ele,
faça isto com amor e quando ele te amar também será um amor puro e grato.

"Nos, porém, querendo nós justificar perguntamos ao Mestre: E quem é o meu próximo?"

O Eterno te abençoe.

Django.

O Tempo é agora.

No livro “A Flecha do Tempo e a Evolução,” Harold Blum (Escritor) reconhece que a segunda lei da termodinâmica (também conhecida como a LEI DA ENTROPIA” Google”) é uma lei fundamental do universo. Ela é contrária ao modelo apresentado pelos evolucionistas – de que desde que haja tempo suficiente, tudo irá, automaticamente melhorar. Mas, então, Blum prossegue e diz: “ O tempo é o herói da estória.” ironizando. Desde que haja tempo o bastante, o improvável se torna provável, e até mesmo, virtualmente correto. Isso é referir-se a poderes sobre o tempo que sópertencem ao Criador Eterno. Romanos 1:25 diz que a essência do paganismo consiste em adorar a criatura ao invés do Criador.

Os evolucionistas são forçados a aceitar a posição proposta por Blum. Visto que a segunda lei da termodinâmica não pode ser ignorada, o tempo é introduzido – infinitos períodos de tempo. O tempo é, portanto, esticado. Em 1959, o homem-macaco, considerado como “O elo perdido” entre o homem e o macaco foi datado em meio milhão de anos. Apenas 11 anos mais tarde, ele já era considerado como tendo 14 milhões de anos. Com o passar dos últimos cem anos, a idade da terra foi dobrada a cada 15 anos. Este é um abuso de tempo e é idolatria.

Mas o tempo é valioso. O tempo foi a primeira criação do Pai Eterno. È errado traduzir o primeiro verso de Gênesis como : “Quando era o princípio, D´us criou.” O Original Hebreu não contém artigo. Por se tratar de uma declaração única, um artigo não é necessário.. O tempo não é eterno, mas foi criado por Pai Eterno no princípio do processo de criação.

O tempo possui duas qualidades. Uma é que ele serve como um sistema de fluência, indo de uma parte a outra. Com base em outras partes das escrituras, parece que este aspecto do tempo cessará de existir, porque nós lemos em apocalipse 10:6 que no céu “não haverá mais demora.” Entretanto, nós lemos em Isaias 30:8 que o Criador ordenou ao profeta que escrevesse um livro “para que fique até o último dia; para sempre e perpetuamente.”

Alguns aspectos do tempo ainda continuarão a existir na vida futura. Uma resposta à minha perguntas pode ser encontrada em Eclesiastes 3:1-9, onde encontramos sete tipos de versos: “há tempo de matar e tempo de curar; tempo de rire tempo de chorar, etc.” Essas declarações descrevem o sistema ordenado do tempo. O tempo parece ser um sistema ordenado fundamental do universo. Você é capaz de imaginar um Criador desorganizado no céu? Portanto, o tempo como um sistema ordenado, talvez continue a existir na eternidade. Muitas vezes o próprio conceito de tempo esta relacionado à responsabilidade. Aqueles que acreditam que já se passaram milhões de anos e que milhões de anos ainda estão por vir, estão aptos a perder seu senso de responsabilidade.
O tempo é valioso. Tanto como um sistema de fluência como um sistema ordenado. No salmo 90:12, o salmista pede ao Criador que numere seus dias para que alcance um coração sábio. O Apóstolo Paulo, escrevendo em Efésios 5:16 nos encoraja a “remir o tempo.”

Não devemos desperdiçar nosso tempo, porque ele nos foi dado pelo Eterno. No tempo em que vivemos, observar o Tempo como um aliado e não um inimigo é crucial, pois o tempo vem e já chegou em que os verdadeiros adoradores, adoraram o Pai em espírito e verdade, observar atentamente a tudo o que acontece não somente a nossa volta mas pelo mundo a fora, será de muita importância, pois somente assim saberemos que o fim dos tempos se aproxima, se imaginarmos uma pessoa vivendo em uma fazenda onde a informação vem a cavalo, ela estaria a mercê, desprovida de qualquer noticia, pois o mestre nos aconselha a olhar a figueira e observar seus frutos, mas o que a maioria esta fazendo hoje e dar as costas para a informação não sei se por medo ou duvida da sua salvação, estarmos atentos as profecias é um dever de todo cristão e não ficar omisso a tudo o que acontece, buscar o entendimento a revelação, saber o tempo, estar atualizado com as noticias, isto é fundamental na vida de um adorador, pois nisto ele é louvado.

A figueira já dá seus frutos o sinal já é visível o Tempo se encarrega de mostrar os sinais da vinda do Filho do Homem.

O Tempo de buscar informações é agora, a perseguição e tribulação já se faz presente, se você não a sente nem a vê é porque não faz parte do povo escolhido, a qualquer momento alguma coisa vai acontecer o planeta a natureza o universo sente isto.

O TEMPO ESTA PRESTES A PARAR PARA DAR INICIO A UM NOVO TEMPO.

OS DIAS DE NOÉ.

Uma tsunami de terror aplaca os cristãos desavisados que não lêem as escrituras e não concordam com nenhum tipo de aflição proveniente do Eterno em suas vidas, tudo que possa vir a afligi-los torna-se sinônimo de negatividade e assim se inicia um luta em prol ao bem estar sócia. E é nesta “Aflição” forjada pelos senhor do mal, que muitos sucumbirão e mudarão seus pontos de vista, escolhendo o arco-íres de vida fácil sem tribulação, que as perseguições sofridas pelo messias e nossos irmão os profetas, lutar contra os desígnios do Pai é pura falta de leitura, pois esta escrito que passaremos maus bocados, só os que não concordam com esta palavras buscam fugir dela.

Analizar os fatos e compreender os sinais dos tempos são princípios fundamentais na vida de um seguidor do messias, cabe a cada um fazer sua escolha e o que tiver de vir virá para gloria do Salvador que estará sempre do lado dos justos e no controle da situação, temer aos que podem prejudicar o corpo ou o bolso e perda de tempo.

Vivemos tempos em que os sinais da vinda do messias são tão visíveis, pois a cada dia a iniquidade se multiplica, ela não vai parar até alcançar o trono do pai, não vai ser um voto que poderá aplacá-la, pois estamos fadados a sermos perseguidos por amor ao mestre e nesta perseguição seremos mais que vencedores.

Estamos alcançando o tempo do basta, o tempo de Noé reparem a semelhança, os dias ficaram piores não se iluda com a PAZ neste mundo, a PAZ verdadeira só encontraremos no Mestre, não fique temeroso ou preocupado confie, o verdadeiro seguidor do messias vê com olhos da FÉ e enxergar muito além desta cortina de ilusões estendida por aqueles que querem camuflar a verdade. Reflita, analise , veja o Brasil esta sendo governado pelas potestades do ar, não se iluda com palavras de vitoria, pois não esta escrito desta forma, quem realmente vai dar um basta em tudo isto não vai ser uma nação ou votos, mas sim o Eterno, é isto no momento oportuno.

Viver um dia de cada vez e em cada um deles mesmo tendo aflições darmos glórias ao PAI, buscar a comunhão, o amor, resistir ao mal, isto é estar seguindo o mestre, mas vivermos sobre esta preção imposta por lideres que querem que a população fique preocupada com os acontecimentos previstos pelos profetas nas escrituras é incoerente se não anti-profético.

Sou realista, o fim virá e com ele a grande irá do eterno não espero o fim, mas sim o inicio junto ao Mestre que nos salvou da irá vindoura.

Não tenha medo, tenha FÉ.
Vote, não com medo, mas com fé deque o que você esta fazendo o faz pela fé e não pelo medo ou coação de alguém ou algo que ouviu, lembre-se existe um sistema e ele é muito bem elaborado, e nada do que fizermos mudará o rumo da historia profetizada, e viram falsos profetas e enganaram a muitos, viram como lobo em pele de cordeiro.

Django Amigo, irmão e servo no Messias

Eu de novo e o DÌZIMO

1. Introdução
Um dia faz declaração a outro dia, uma noite revela conhecimento a outra noite”. Sl 19.2 (SBB)
Todavia andemos de acordo com o que já alcançamos.” Fp 3.16 (SBB1)

Este ensino faz parte de todo conselho do Eterno para seu povo. Não podemos deixar de ensinar a verdade porque alguns se tem utilizado dela para lucrar. Coloquemos fora o complexo de
mercenário.
Como até hoje acreditávamos que este sustento era obtido através dos dízimos, julgamos necessário fazer
um breve relato histórico do assunto nas Escrituras.


2. O Dízimo no Velho Testamento
A. Antes da Lei (Gn 14.18-20; 28.22 Hb 7.4-10)
Neste tempo não havia casa do tesouro, portanto, o dízimo não era para sustento de ninguém.

Melquizedeque, rei de Salém, não precisava ser mantido, ainda assim Abraão lhe pagou o dízimo (exigência do Eterno?). Jacó, seu neto, o imitou dizendo: “...de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo”. Isto soa com uma conotação
de reconhecimento da soberania e autoridade do Eterno. Uma manifestação
de dependência e fé: “… para que aprendas a temer o Eterno
todos os dias.” (Dt 14.23).

Obs.: Todas as citações bíblica do Novo Testamento estão segundo a versão NVI. As exceções serão notadas.

B. Regulamentado na Lei (Lv 27.30-34; Nm 18.20-24)
Os dízimos eram santos ao Senhor e foi Ele quem determinou o seu uso, dando-os aos levitas. Ele era a herança das levitas e não deixou isso como poesia: concretizou essa herança,
materializando-a nos dízimos (Nm 18.20 x24).

C. O Uso Discriminado (Dt 14.22-29)
a) Não obter lucro com os dízimos. Quando não era possível entregá-los, que se gastasse até com bebida forte, mas que não se utilizasse o que era do Eterno para lucrar.

b) Cerca de terça parte dos dízimos (uma vez a cada três anos) era utilizado para socorrer o órfão, a viúva, o estrangeiro e o levita local.

D. Como o Eterno Tratava os Infiéis (Ml 1.6-2.9 x 3.6-12)
Neste texto, primeiramente o Eterno repreende e amaldiçoa os sacerdotes infiéis. Ainda assim exige que o povo traga todos os dízimos e ofertas à casa do tesouro, acusando de
ladrões e amaldiçoando os que não o fazem.

Os dízimos eram do Criador e foi Ele quem os deu aos levitas. O Eterno nunca permitiu que o povo administrasse os dízimos, julgando se deviam ou não entregá-los, mesmo
quando os sacerdotes eram infiéis. Isto era um problema do Eterno. Ele
tratava com o sacerdote infiel no seu ofício (Nm 18.23) e também com a
nação infiel na entrega.


3. No Novo Testamento
A. O Messias
a) Nunca foi acusado de não entregar o dízimo
b) Nunca ensinou contra
c) Nunca ensinou a favor

A passagem de Mt. 23.23 tem sido utilizado para respaldar o dízimo no N.T. Este texto não constitui um ensino sobre o assunto e sim uma repreensão aos fariseus por serem
extremamente exigentes e legalistas na entrega dos dízimos e tão
negligentes no cumprimento dos princípios mais importantes da Lei:
justiça, fé e misericórdia.

B. Os Apóstolos
Os apóstolos nunca ensinaram sobre os dízimos, mas ensinaram sobre a manutenção daqueles que vivem exclusivamente para a congregação dos santos e sobre o socorro aos necessitados. Como a
assistência aos necessitados é um assunto sobre o qual não há dúvidas ou
questionamentos, nos deteremos apenas no que diz respeito ao sustento
dos que vivem em tempo integral para o serviço da congregação dos santos.

REFERÊNCIA TEXTO COMENTÁRIO
1Co 9.1-15
Texto básico.

Vs. 1-2, 10,
11, 13
“…vocês são o selo do meu apostolado…”
“…os que trabalham no templo alimentam-se das coisas do templo…”
“Se entre vocês semeamos coisas espirituais, seria demais colhermos de vocês coisas materiais?”
Princípio espiritual
inquestionável:
troca de benefícios.

Vs. 3-10 “Não temos nós o direito de comer e beber?” “… quem planta uma vinha e não come do seu fruto?” Princípio natural:
quem planta colhe.

Vs. 12 e 15 “Se outros têm o direito de serem sustentados por vocês, não o temos nós ainda mais?” Direito.

Vs. 14 “Da mesma forma o Altíssimo ordenou àqueles que pregam o evangelho que vivam do evangelho.” Uma ordem do
messias.

Gl 6.6
Rm 15.27
“O que está sendo instruído na palavra partilhe todas as coisas boas com quem o instrui.” Honra, gratidão,
reconhecimento e dever.

1Ts 2.7
2Ts 3.9
“Embora pudéssemos como enviados do Messias, exigir de vós a nossa manutenção…” (SBB). Exigência e direito.

1Tm 5.17-18;
Mt 10.10;
Lc 10.7
“… o trabalhador merece o seu salário.” Salário, pagamento.


Estes textos não apenas deixam claro a prática apostólica como também os princípios que a regiam.

Alguns desavisados têm argumentado que Paulo não se utilizava deste expediente, ao contrário, trabalhava “com as próprias mãos”. Averigüemos a verdade bíblica:

a) Paulo não exigiu sua manutenção das igrejas de Corinto e Tessalônica por razões bem claras:
  • Corinto – Paulo queria estabelecer uma distinção muito clara entre ele, verdadeiro apóstolo (1Co 3.6-10; 4.14-16; 9.1-2; 2Co 3.1-3; 11.1-3), pregando o
    evangelho gratuitamente (2Co 11.7) e alguns ditos apóstolos que eram
    mantidos pelos coríntios e a quem Paulo chama de “obreiros fraudulentos”
    (2Co 11.10-15). Esta intenção fica clara em 2Co 11.12 “… cortar
    ocasião…”, ainda que para isso tivesse de passar privações (2Co 11.7-9).
  • Tessalônica – que fossem laboriosos, trabalhadores e não ficassem ociosos e se intrometendo na vida alheia, sendo pesados a outros (2Ts 3.6-12). Paulo era o único que
    poderia ficar sem trabalhar e exigir o seu sustento e, contudo, não o
    fez.
b) Vale destacar que durante o tempo em que esteve nestas duas cidades Paulo foi sustentado por outras igrejas:
  • Corinto – 2 Co 11.7-9.
  • Tessalônica – Fp 4.15-16.
  • As igrejas de Corinto e Tessalônica estavam sendo beneficiadas pelo ministério de Paulo. Contudo, para vergonha deles e por causa de deficiências na vida destas igrejas, ele era mantido por outras cidades.
c) Algumas vezes Paulo teve que providenciar seu próprio sustento porque estava envolvido em trabalhos pioneiros, na formação de novas igrejas – estava lavrando com esperança
(1Co 9.10). Isto aconteceu, por exemplo, no início da igreja em Éfeso
(At 20.33-35). Em Jerusalém não havia este problema: a vinha já dava
fruto e o rebanho já produzia leite e lã (1Co 9.4-11).

d) Paulo não vivia de “fazer tendas”. Isto era algo esporádico, quando a situação exigia.

e) Em 1Co 9.4-6, fica claro que todos os apóstolos e até alguns que não eram apóstolos, como os irmãos do messias, eram mantidos pela igreja (união dos santos)

f) Paulo não tinha esposa e filhos, respondia apenas por si, podendo aceitar as dificuldades que surgissem, sozinho.

g) Em Fp 4.17-19, Paulo expõe um princípio bíblico de que o Pai abençoa ao que é generoso (aqui ele não está falando de auxilio aos pobres, mas do sustento aos que servem bens
espirituais). E coloca isso em termos comerciais – uma troca: quem o
supriu seria abençoado pelo Pai – e como uma verdadeira oferta ao Pai e
não aos homens (observações na NVI e da Bíblia Vida Nova). Seria Paulo
um mercenário ou um que busca seus próprios interesses? Leia: 2Co 1.12;
4.2-5;6.4-10; 12.14-18; 1Ts 2.1-6; 1Tm 6.3-10.


4. Outras Considerações
Tanto bíblica como historicamente não há qualquer referência a um percentual ou valor preestabelecido que fosse exigido das igrejas. O que transparece é um princípio de honra,
reconhecimento e troca de benefícios, onde cada um dá conforme proponha
no seu coração. Não é um improviso na hora de dar, como se fosse uma
esmola, mas um valor prédeterminado, pensado e meditado diante do Eterno,
em oração.

Para evitar o improviso e o descontrole, este valor deve ser estipulado em termos percentuais sobre a renda de cada um.

Quem entende que é beneficiado dará com liberalidade.

Quem está aqui “passando o tempo” e acha que aqueles que vivem integralmente para o serviço da igreja, nada mais fazem que o seu dever, serão medíocres na sua
contribuição.

Sendo o Messias nosso único ponto de referência e a palavra apostólica a nossa única fonte de informação, não há porque ainda utilizarmos os dízimos. Contudo, resta uma pergunta:
se o dízimo era algo tão importante e até sagrado no V.T., desde antes
da lei, porque o mestre e os apóstolos não ensinaram nada a respeito?

No N.T. O Eterno já não precisa estabelecer um percentual para a contribuição de seu povo porque estamos debaixo de um outro princípio espiritual. Considere o quadro abaixo:

Velha Aliança Nova Aliança
O Eterno precisou fazer uma marca na carne do homem para mostrar a sua aliança com ele (Gn 17.10). O Eterno nos marca no coração, em nosso espírito (Rm 8.8-9; Ef 2.11-15; Fp 3.3; Cl 2.11).

O Eterno deu a Lei escrita em tábuas de pedra. (Ex 31.18). O Eterno grava a sua Lei em nossos corações (Hb 10.16).

O Eterno estabelece um percentual da renda de todo homem para Lhe ser devolvido, a fim de lembrar ao homem que tudo quanto ele tem procede d’Ele (Gn 28.22; Dt 14.23). O Eterno nos deixa livres porque já não precisa de nenhum artifício exterior para nos lembrar que somos seus filhos.
Ele nos deu do seu próprio Espírito Santo e, nessa posição, não apenas nossos bens são d’Ele mas nós mesmos Lhe pertencemos, porque não apenas
nos comprou como também nos deu vida. Nos gerou pelo Espírito Santo (Rm
8.12-17; Tg 1.18; 1Pe 1.23)

Aqui fala de uma nação terrena com promessas e esperanças terrenas (At 1.6). Aqui de uma nação espiritual, celestial, com promessas e esperanças eternas. Fala a herdeiros do Pai e coherdeiros com o mestre o messias(Fp 3.20-21; 1Jo
3.1-2)


Quão Superior é a Nova Aliança do que a Velha Aliança!

Por isso, prestando atenção ao Sermão do Monte, veremos como o Messias estabelece uma comparação entre o mandamento de Moisés (a Lei) e o seu próprio mandamento (a Graça e a
Verdade)

“Pois a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por intermédio do messsias (Jo 1.17). Fica notória a superioridade da exigência do messias. As exigências da Nova Aliança são tão superiores às da Velha Aliança
quanto são superiores os benefícios e as promessas (Gl 3.19; Hb 7.18-19;
8.13; 11.39-40; 1Pe 1.10-12).

Justiça da Lei
O Messias Emanuel
Proibia-se o homicídio Mateus 5.21-23 Proíbe-se a ira

Proibia-se o adultério Mateus 5.27-28 Proíbe-se o olhar impuro

Exigia o amor ao próximo e permitia-se o ódio ao inimigo. Mateus 5.43-44 Exige-se o amor ao inimigo e a oração pelos que perseguem

Exigia-se o dízimo (Ml 3.8).
Exige-se a vida e tudo quanto se tem e repartir aos pobres.(Lc 14.25-33).



5. Conclusão
Deste modo, O Eterno já não nos exige um percentual (Dízimo) – Ele nos exige a nós mesmo com tudo que somos e temos. Ele não nos dá uma Lei, nos dá uma vida. O
que nos move já não é um mandamento, mas a vida e o sentimento do mestre
que é produzido em nós pelo Espírito Santo.

Ora, se daqueles que viviam debaixo da lei se exigia 10 por cento, quanto se deve esperar daqueles que receberam a abundância de vida? (Jo 10.10; Rm 5.17; Hb 3.14; 2Pe
1.3-4).

Se na Velha Aliança o Eterno acusava de ladrão aquele que não entregava os dízimos e as ofertas (e estas não tinham percentual), como Ele tratará os que se omitem na Nova Aliança?

Na história da Igreja muitas vezes o dízimo tem sido questionado por fazer parte da Velha Aliança. E, por isso, algumas denominações e grupos cancelaram a prática do dízimo.

Mas cuidado: muitos abandonaram a Velha Aliança, não para entrar na Nova, mas para justificar o roubo ao que é do Eterno. Deixaram de dar o dízimo mas não
passaram a dar conforme a igreja da nova aliança.
[Outras pessoas também querem justificar a não sustentar a Igreja, porque existe pastores que enriquecem com isso. Mas quero lembrar que para nós
parece injusto, mas isso não quer que seja injusto para o Pai.
Também não concordo com enriquecimento de Pastores, acho que um Pastor rico é totalmente diferente do que o Messias ensinou. Mas imposto de renda é justo? Trabalhar 1/3 do ano para pagar imposto e ter saúde, educação, lazer e segurança precária
é justo? Claro que não! E aí? Vamos todos sonegar agora? Porque aos
nossos olhos é injusto, mas para o messias não! Dê a César o que é de
César!
Se teu pastor ou lider que seja enriquece às custas das ofertas, que é para sustento dos humildes, então meu amado, procure outra cobertura! Mas não use isto como desculpa para não ofertar, repartir
seus bens com os menos favorecidos!]
É estranho que alguém seja contrário ao dízimo, afirmando que isto seja da Velha Aliança e queira dar menos que 10%, quando os irmãos no N.T. (Nova Aliança) davam muito
mais. Se alguém quer se basear na bíblia para não dar o dízimo, porque
não dar muito mais que o dízimo como está na bíblia?

Por tudo isso cremos que a igreja deve, em muito, ultrapassar os dízimos em suas contribuições

“Porque vos digo que se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus – RELIGIOSOS – jamais entrareis no reino dos céus” (Mt 5.20).


6. Resumo : O DÍZIMO É PARA HOJE?
1. Na Velha Aliança (Nm 18.20-24, Ml 3.6-12)
  • Os levitas não tinham herança.
  • O Eterno lhes deu os Seus dízimos.
  • Quem não entregava o dízimo e as ofertas O Eterno chamava de ladrão.
2. Na Nova Aliança (1Co 9.1-15; Gl 6.6)
  • Nem o mestre nem os apóstolos ensinaram sobre os dízimos.
  • Mas, o N.T. fala claramente do sustento de necessitados e de obreiros de tempo integral.
  • A Igreja dava em grande abundância, muito mais que na lei.
3. Conclusão
  • Não existe referência a valor estipulado, não há mais percentual (10%) o quetemos é repartir os bens e dar aos carentes.
  • A Nova Aliança é em tudo superior a Velha Aliança.
  • Se daquele que vivia sob a lei se exigia 10 %, o que se espera daquele que é participante do Messias?
4. Então qual é a prática?
  • Identifique-se com os primeiros seguidores do messias no passado, com o mover do Eterno na Nova Aliança, enchendo-se de generosidade e dando conforme o Espírito Santo coloca no
    seu coração. Busque revelação e desenvolva sua convicção no Messias.
  • Com seriedade e em ORAÇÃO estabeleça um percentual do seu ganho para as suas contribuições . Isto deve ser feito com amor e não por pressão não com pontualidade mas espontaneamente não aos olhos dos outros mas em oculto não esperendo reconpença mas certo que já foi recompençado,.
  • Esteja em acordo com seu cônjuge
  • Há uma pessoa esperando sua ajuda.

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